Política
O Abílio e o Lúdio não são gestores; Cuiabá precisa de gestão”
Presidente regional do PRD, Mauro Carvalho afirmou que falta experiência administrativa aos principais adversários do candidato a prefeito Eduardo Botelho (União), que disputa o Palácio Alencastro.
O PRD integra o arco de alianças da candidatura de Botelho e tentou até emplacar o candidato ao vice na chapa, mas não conseguiu.
Carvalho afirmou que Abílio Brunini (PL) e Lúdio Cabral (PT) não reúnem predicados para comandar à Capital.
“Eu não enxergo no Abílio um gestor. Eu enxergo no Abílio um político, mas não um gestor. Eu não enxergo no Lúdio também. Ele é um excelente médico, um bom legislador, mas não enxergo nele também um gestor. A Prefeitura de Cuiabá precisa de um gestor. E o Botelho é o que tem mais experiência política”, afirmou.
Carvalho ainda apontou as mazelas da administração Emanuel Pinheiro (MDB), que está no seu segundo mandato. Emanuel se elegeu prefeito em 2016, quando exercia mandato de deputado estadual, e nunca havia atuado no Executivo Municipal.
Além de Botelho, Abílio e Lúdio, a disputa em Cuiabá ainda terá como candidatos o empresário Kennedy Sales (MDB) e Ricardo Tomaz (PCO).
Veja trechos da entrevista ao MidiaNews:
-
Política2 dias agoPalestra na ALMT orienta mulheres a identificar sinais de manipulação emocional e violência psicológica
-
Mato Grosso1 dia agoNovos juízes recebem formação sobre comunicação, gestão de crises e relação com a mídia
-
Várzea Grande1 dia agoINTERNET RESTABELECIDA
-
Esportes3 dias agoÁrbitro relata em súmula ameaça de presidente do Cuiabá após empate na Série B: “Arrebenta ele que eu garanto”
-
Mato Grosso2 dias agoViolência patrimonial e endividamento de mulheres são debatidos pelo Cejusc do Superendividamento
-
Esportes3 dias agoÁrbitro relata em súmula ameaça de presidente do Cuiabá após empate na Série B: “Arrebenta ele que eu garanto”
-
Esportes3 dias agoÁrbitro relata em súmula ameaça de presidente do Cuiabá após empate na Série B: “Arrebenta ele que eu garanto”
-
Política2 dias agoApós três anos, Lei do Transporte Zero pode ser revista ou extinta se metas não forem cumpridas

