Política
“Não podemos permitir agressões e discurso de ódio”, diz Moraes
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes votou por volta das 12h45 no colégio Madre Alix, nos Jardins, em São Paulo, e aproveitou para elogiar a Justiça Eleitoral e reprovar a difusão de discursos de ódio.
“A democracia se faz de embates, da troca de informações, da troca, às vezes até, de discussões acaloradas”, disse o ministro aos jornalistas após votar.
“O que não podemos permitir -seja o eleitor, a eleitora ou a Justiça Eleitoral – são agressões, desinformações, fake news e principalmente discurso de ódio”, complementou. “E me parece que a Justiça Eleitoral foi novamente vitoriosa em combater esses tipos de agressões.”
“Quero parabenizar a Justiça Eleitoral e a [presidente do TSE] ministra Cármen Lúcia. Novamente se demonstrou que não existe no mundo uma eleição tão organizada e tão fiscalizada e uma eleição em um país de dimensões continentais que começa e termina no mesmo horário e na qual no mesmo dia já sai o resultado.”
Na escola votam cerca de 1.200 eleitores, divididos em 11 sessões, mas o movimento foi menor do que no primeiro turno, as sessões ficaram sem fila mesmo no início da manhã, e o ministro não precisou esperar para votar. Moraes entrou pelo estacionamento da instituição, acompanhado de seguranças.
Ele acenou para outros eleitores, tirou fotos, foi até a sua sessão eleitoral e se retirou após falar rapidamente com a imprensa.
Eleitor da capital paulista, o magistrado virou tema da campanha de Goiânia, por ter autorizado a operação de busca e apreensão da Polícia Federal sobre desvio de cota parlamentar na Câmara dos Deputados, que teve como alvo o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO).
Na capital de Goiás, o segundo turno é entre Fred Rodrigues (PL) – apoiado por Gayer e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)- e Sandro Mabel (União Brasil), que tem o aval do governador Ronaldo Caiado (União Brasil).
Mais cedo, em Goiânia, Bolsonaro reclamou das decisões da Justiça Eleitoral que o consideraram inelegível e, em particular, de Moraes. “Já ultrapassamos a Venezuela, estamos no caminho da Nicarágua. Não gosta? Torna inelegível”, disse.
Em uma live, Gayer disse que ter sido objeto de uma operação ordenada por Moraes é como um “atestado de honestidade” para ele e que apenas se envergonha pelos senadores que não promovem o impeachment do magistrado, hoje uma das principais bandeiras do bolsonarismo.
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