Política
Wellington Fagundes quer CPI para investigar a sexualização de crianças nas redes sociais
A iniciativa ganhou força após as denúncias feitas pelo influenciador Felca, que expôs casos graves de “adultização” de menores em redes sociais. Até o momento, 63 senadores já assinaram o pedido, número acima do mínimo necessário para instalação da comissão.
“Lugar de abusador é na cadeia. Criança é para ser protegida, não explorada. E é por isso que essa CPI vai para cima de todos que participam dessa rede de exploração”, declarou Fagundes.
A CPI terá como foco apurar a atuação de perfis e canais que sexualizam crianças, investigar possíveis casos de exploração sexual infantil e avaliar a efetividade das políticas de proteção à infância no ambiente digital, além de cobrar respostas das autoridades competentes.
O senador também manifestou solidariedade a Felca, que, após denunciar os crimes, passou a receber ameaças. “Isso não pode acontecer. O Estado precisa garantir a segurança de quem denuncia e fazer com que o medo esteja do lado certo: o de quem comete crimes contra nossas crianças”, afirmou Wellington Fagundes.
O parlamentar reforçou que a instalação imediata da CPI é uma medida para responsabilizar culpados, fortalecer a proteção à infância e impedir que as redes sociais se tornem um terreno fértil para abusadores.
-
Saúde7 dias agoAnvisa mantém suspensão de lotes de produtos Ypê
-
Mato Grosso6 dias agoMato Grosso registra maior crescimento do país no abate de bovinos no 1º trimestre de 2026
-
Mato Grosso3 dias agoAs duas escalações
-
Cuiaba4 dias agoPrefeitura de Cuiabá oferece 24 vagas de emprego para pessoas com deficiência (PCD)
-
Saúde7 dias agoAgora Tem Especialistas lança em Manguinhos carreta de saúde da mulher
-
Várzea Grande5 dias agoProjeto da Guarda Municipal leva orientação sobre proteção infantil a alunos da zona rural
-
Várzea Grande7 dias agoPrefeitura de Várzea Grande prepara semana de mobilização e conscientização contra o trabalho infantil
-
Várzea Grande6 dias agoMais de 1,3 mil reeducandos são vacinados contra a gripe em penitenciária de Várzea Grande
