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Operação da PC flagra ‘gato’ em quitinete e prende quatro pessoas por furto de energia

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Uma operação realizada em Barra do Garças nessa (31), identificou um esquema de furto de energia elétrica em pelo menos seis imóveis, resultando na prisão em flagrante de quatro responsáveis pelas unidades consumidoras.

Durante a ação, foram constatadas quatro violações em medidores padrão e duas ligações clandestinas diretas, nas quais a energia era desviada da rede de distribuição sem qualquer registro de consumo. Em todos os casos, os equipamentos adulterados foram substituídos imediatamente após a identificação das irregularidades.

Entre as situações encontradas, chamou a atenção um imóvel dividido em sete quitinetes, onde não havia medidor ativo desde janeiro deste ano. Apesar disso, todas as unidades estavam ocupadas e recebiam energia elétrica de forma irregular.

A ligação era feita por meio de um disjuntor instalado na caixa padrão, permitindo o fornecimento direto da rede para o funcionamento de eletrodomésticos como geladeiras, televisores e aparelhos de ar-condicionado.

De acordo com a apuração, os inquilinos informaram que os contratos de aluguel já incluíam despesas de água e energia, sem medição individualizada. No entanto, levantamentos técnicos apontaram que não houve consumo registrado nos meses recentes, o que reforçou a constatação do desvio clandestino.

Também foram identificados casos recorrentes de adulteração de medidores em outros imóveis ligados a um dos investigados, com registros anteriores de danos aos equipamentos e substituições realizadas após fiscalização.

Com base nos laudos técnicos preliminares, os responsáveis foram localizados e conduzidos à Central de Flagrantes, onde tiveram as prisões confirmadas. Eles permanecem à disposição da Justiça.

O furto de energia elétrica, popularmente conhecido como “gato”, é considerado crime e pode ser enquadrado como furto qualificado mediante fraude ou estelionato, além de gerar prejuízos à rede de distribuição e risco à segurança de moradores.

As investigações continuam e há outros imóveis sob apuração, o que pode resultar em novas responsabilizações criminais.



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