Política
Abílio diz que não vai rejeitar apoio como em 2020: A gente aprende
O candidato a prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), afirmou não vai rejeitar apoio na campanha do segundo turno para não repetir o que ocorreu nas eleições de 2020.

Claro que esse é um perfil muito diferente do Abílio de 2020. Muita gente fala: ‘Em 2020 você não tinha essa visão’. Pois é, a gente aprende
À época, Abílio chegou como favorito no segundo turno, porém perdeu a disputa para o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB).
“Em 2020 também tinha gente que queria me apoiar, porque não queriam o Emanuel, não porque gostavam de mim e eu fui rejeitando apoio demais em 2020 e perdi por 1%”, afirmou nesta segunda-feira (14).
“Claro que esse é um perfil muito diferente do Abílio de 2020. Muita gente fala: ‘Em 2020 você não tinha essa visão’. Pois é, a gente aprende, a vida ensina”, disse.
O candidato destacou que tem recebi muitas manifestações de pessoas que dizem “não gostar do Abílio”, mas que declaram seu apoio a ele para evitar que uma vitória do candidato Lúdio Cabral (PT).
“Hoje eu tenho consciência, quando as pessoas estão nos procurando para falar com a gente e prestar apoio é porque elas não querem o PT e não necessariamente porque querem um candidato de um jeito ou de outro, ou porque concordam ou não concordam, mas entre o Abílio e o PT, muitos procuram a mim dessa forma”, disse.
Apesar de buscar apoio em todos os setores, Abílio garantiu que não tem feito acordo com quem declara voto a ele no segundo turno.
“Não tem acordo, não tem loteamento da máquina pública, não tem nada desse tipo. A pessoa que vem conversar comigo vem de uma maneira muito consciente, é para libertar Cuiabá do Emanuel e não deixar cair na mão do PT”.
Aberto ao diálogo
O candidato do PL ainda admitiu ter mudado seu comportamento desde a eleição de 2020, alegando estar disposto a dialogar com políticos mesmo eles tendo divergências de posicionamentos.
Como exemplo ele citou o deputado estadual Máx Russi, presidente do PSB em Mato Grosso, que presidirá a Assembleia Legislativa quando o novo prefeito de Cuiabá assumir.
“Eu tenho que conversar até com o Max, que é de um partido do qual eu discordo, mas tenho que conversar com ele, porque a gente vai precisar do apoio do presidente da Assembleia para resolver os problemas de Cuiabá”, afirmou.
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