Curtinhas
Barbudo, sigla e a difícil reeleição
O deputado federal Nelson Barbudo (foto) procurou Max Russi, presidente da AL e novo dirigente do Podemos em MT. Queria espaço para se filiar e, pelo Podemos, buscar a reeleição. Um dos pleitos como condicionante à filiação, segundo fontes, seria a cúpula do partido garantir a ele na campanha o teto máximo do fundo eleitoral, que será de R$ 4,5 milhões. Como Max não deu essa garantia, Barbudo optou, então, por continuar no PL. Depois de ganhar vaga na Câmara Federal, em 2018, sob a onda Bolsonaro e discurso anti-petismo, como campeão de votos (126.249), Barbudo viu reduzir a votação para menos da metade (52.285) quatro anos depois, ficando na suplência. E só voltou a ocupar cadeira de titular em 2024 com a morte da deputada Amália Barros. Sua reeleição pela chapa liberal não será fácil, embora encare o novo processo eleitoral cheio de otimismo. O deputado bolsonarista perdeu base eleitoral, não renovou o discurso e enfrenta problema de saúde – foi diagnosticado com câncer no intestino.
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