Política
Ex-Aprosoja confirma pré-candidatura ao Senado e critica governo Lula: “é um desastre”
Conteúdo/ODOC – O produtor rural e ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan (DC), confirmou sua pré-candidatura ao Senado nas eleições de 2026. O anúncio foi feito nesta terça-feira (27) durante uma visita à Câmara Municipal de Várzea Grande.
Em entrevista à imprensa, Galvan explicou que sua presença no Legislativo municipal faz parte de uma agenda voltada a acompanhar de perto o trabalho de vereadores em diferentes cidades do estado. “Já passamos por várias câmaras, como em Alta Floresta, e hoje estamos aqui em Várzea Grande, conversando com vereadores e acompanhando o que está sendo feito pela população”, declarou.
Galvan foi candidato ao Senado em 2022, quando somou 337.582 votos, ficando em terceiro lugar na disputa, atrás de Wellington Fagundes (PL), que foi reeleito. Apesar da derrota, afirma que sua pré-candidatura em 2026 já está consolidada. “Se tiver um único candidato ao Senado no ano que vem, com certeza será Antônio Galvan”, disse.
Ao ser questionado sobre quem apoiará na corrida pelo governo de Mato Grosso, Galvan mencionou dois nomes: o atual vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), e o empresário Odílio Balbinotti, que tem se movimentado como possível pré-candidato pelo PL. “São dois nomes fortes. O Pivetta tem uma boa trajetória de gestão, e o Odílio é um grande empresário, muito respeitado”, comentou.
Ele também falou sobre a deputada estadual Janaína Riva (MDB), que apareceu em primeiro lugar numa pesquisa espontânea recente para o governo do estado. Galvan reconheceu que ela é uma opção viável, mas, neste momento, afirmou ter preferência por Pivetta e Balbinotti.
Criticas ao Governo Lula
Durante a entrevista, Galvan fez duras críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD). “O que temos hoje no Brasil é um desgoverno. É um desastre. Concordo plenamente com isso”, disparou.
Ele criticou, principalmente, os investimentos anunciados em projetos agrícolas fora do país, como em Angola, enquanto produtores brasileiros — especialmente no Rio Grande do Sul — enfrentam dificuldades sem o devido apoio do governo federal.
Galvan também ironizou uma recente visita de Lula a Campo Verde (MT) e afirmou que sequer cogitou participar do evento. “Se fosse um governo sério, não dependeria de sigla. Mas esse governo é um fiasco”, afirmou.
Sobre o cenário nacional, Galvan declarou que aguarda uma decisão que possa reverter a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, caso Bolsonaro continue fora da disputa, seu apoio estará garantido ao nome que ele indicar. “O nome que Bolsonaro indicar será o nosso nome”, afirmou.
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