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Grêmio e Bahia empatam em Porto Alegre e ficam mais perto do acesso à Série A

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Cada vez mais perto do retorno à Série A, Grêmio e Bahia empataram por 1 a 1, neste domingo, em Porto Alegre, pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Os dois times tinham chance de confirmar o acesso neste fim de semana, mas a igualdade no placar impediu a celebração da vaga na primeira divisão.

Lucas Mugni marcou para os visitantes ainda no primeiro tempo, enquanto Thiago Santos deixou tudo igual para os gaúchos na segunda etapa.

Com o resultado, o Grêmio segue na segunda colocação, agora com 58 pontos. Já o Bahia vem logo abaixo, em terceiro com 57. O Sport, primeiro time fora do G-4, tem 53. Por isso, ambas as equipes seguem dependendo apenas de suas próprias forças para jogar a Série A em 2023.

O Grêmio começou a partida fazendo pressão na área do Bahia e criou várias oportunidades de gol do duelo. A primeira delas saiu aos 19 minutos, quando Biel chegou batendo colocado da entrada da área, mas mandou para fora. Já aos 31 minutos, Thaciano recebeu um cruzamento rasteiro, de frente para o gol, mas foi bloqueado na hora do chute.

Sofrendo com a saída de bola, o Bahia pouco ameaçou, mas quando teve chance, foi fatal e já nos acréscimos da primeira etapa, conseguiu abrir o placar. Aos 48 minutos, Vitor Jacaré fez um cruzamento fechado na área e no primeiro momento, o goleiro Gabriel Grando fez a defesa. Mas, no rebote, a bola caiu nos pés de Lucas Mugni, que só teve o trabalho de empurrar para o gol.

Na volta do intervalo, já com a torcida fazendo pressão nas arquibancadas, o Grêmio foi para cima e até conseguiu balançar as redes com Thiago Santos aos 18 minutos, mas como o volante estava em impedimento, o árbitro invalidou o lance. Na sequência, o Bahia teve duas boas oportunidades se ampliar, com Patrick e Luiz Otávio, ambos de cabeça, mas o goleiro Gabriel Grando fez duas belas defesas.

Depois de uma certa insistência, o Grêmio conseguiu empatar nos minutos finais. Aos 40 minutos, Guilherme foi até a linha de fundo e cruzou na segunda trave. Desta vez, Thiago Santos aproveitou o vacilo da defesa e de cabeça, estufou as redes. A partir daí, os dois times foram para o tudo ou nada, mas o duelo terminou mesmo com o empate por 1 a 1.

Os dois times voltam a campo no próximo final de semana para a disputa da 36ª e antepenúltima rodada da Série B. No sábado, dia 22, o Bahia recebe o Vila Nova, na Arena Fonte Nova, às 16h30. No domingo, dia 23, o Grêmio jogará contra o Náutico, fora de casa, no estádio dos Aflitos, às 16h.

FICHA TÉCNICA:

GRÊMIO 1 X 1 BAHIA

GRÊMIO – Gabriel Grando; Edilson (Leonardo), Pedro Geromel, Bruno Alves e Diogo Barbosa; Villasanti, Lucas Leiva (Thiago Santos) e Bitello (Elkeson); Gabriel Teixeira, Diego Souza e Thaciano (Guilherme). Técnico: Renato Gaúcho.

BAHIA – Matheus Claus; André (Marcinho), Ignácio, Luiz Otávio e Luiz Henrique; Patrick de Lucca, Lucas Mugni (Miqueias) e Daniel (Rezende); Caio Vidal (Raí Nascimento), Vitor Jacaré e Ricardo Goulart (Matheus Davó). Técnico: Eduardo Barroca.

GOLS – Lucas Mugni, aos 48 minutos do primeiro tempo. Thiago Santos, aos 38 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Edilson, Marcinho e Mateus Claus (Grêmio); Caio Vidal, Daniel e Ricardo Goulart (Bahia).

ÁRBITRO – Luiz Flávio de Oliveira (SP).

RENDA – R$ 1.932.002,00.

PÚBLICO – 42.804 pagantes (44.648 no total).

LOCAL – Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).


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Polícia Militar do Rio analisa origem de 492 fuzis apreendidos em 2023

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Mais de 90% dos fuzis apreendidos no ano passado pela Polícia Militar do Rio de Janeiro foram fabricados em outros países. O maior número de apreensões ocorreu em áreas do estado onde há disputas de território entre facções criminosas rivais. As duas constatações fazem parte de um estudo da Subsecretaria de Inteligência (SSI)da Secretaria de Estado de Polícia Militar, que analisou a apreensão de 492 fuzis em 2023.

Um aspecto abordado no estudo da SSI diz respeito à marca dos fuzis apreendidos. Dos 492, 199 são da marca norte-americana Colt. Foram registrados no estudo 194 fuzis sem marca, ou seja, armas que entram no país ou no estado separadas por peças e montadas por armeiros envolvidos com as organizações criminosas. As demais armas apreendidas são de 43 marcas diversas, praticamente todas de países do Hemisfério Norte.  

O estudo da SSI mostra que as apreensões se concentraram com maior intensidade nas áreas integradas de segurança pública (AISPs) da zona oeste da capital e da Baixada Fluminense. Das dez AISPs com maior número de apreensões, oito estão situadas nessas regiões do estado. As únicas exceções são a AISP 3 (região do Méier e adjacências) e a AISP 16 (Olaria e adjacências). Das 492 apreensões de fuzis no ano passado, 377 foram registradas nessas dez regiões.

Ainda sob o aspecto geográfico, o estudo destaca a expansão do crime organizado para o interior do estado. Na região do 5º Comando de Policiamento (5º CPA), Sul Fluminense e Costa Verde, foram apreendidos 13 fuzis no ano passado. Já na região do 6º CPA, Norte e Noroeste do estado, ocorreram sete apreensões.

“Compartilhado com a Polícia Federal, o estudo indica que o tráfico internacional de armas representa um dos maiores desafios para a área de segurança pública do Rio de Janeiro, cuja solução depende de uma ação articulada entre as polícias do estado e as forças federais”, diz nota da Polícia Militar.

Via: Agência Brasil

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Aliados de Bolsonaro fazem ato político no Rio de Janeiro

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Aliados do ex-presidente da República Jair Bolsonaro fizeram um ato público na orla da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (21). O próprio Bolsonaro usou suas redes sociais para convocar as pessoas para a manifestação.

Com várias falas que misturaram política e religião, os aliados do ex-presidente fizeram discursos em favor de Bolsonaro, do dono da rede social X (ex-Twitter), Elon Musk, e da liberdade de expressão, além de criticarem veículos de imprensa, o atual governo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e as investigações em relação à tentativa de golpe de Estado.

Ao falar em cima de um trio elétrico, Bolsonaro se disse vítima da “covardia” de um “sistema” que quer vê-lo “fora de combate em definitivo”. 

Bolsonaro é investigado em inquérito sobre a tentativa de golpe ocorrida no dia 8 de janeiro de 2022. Seu passaporte foi apreendido pela Polícia Federal (PF), em fevereiro, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, durante a operação Tempus Veritatis.

Segundo a investigação da PF, quando ainda era presidente da República, Jair Bolsonaro discutiu com militares uma minuta de golpe de Estado, em que previa prender Moraes, o também ministro do STF Gilmar Mendes e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Além disso, a minuta previa a realização de novas eleições presidenciais, usando, como justificativa, falsos indícios de fraudes nas urnas eletrônicas.

Para os manifestantes que estavam em Copacabana, o ex-presidente se defendeu de suposto envolvimento na elaboração da chamada minuta do golpe.

“Nunca jogamos fora das quatro linhas. Alguém já viu essa minuta de golpe? Quando se fala em estado de sítio, é uma proposta que o presidente, dentro de suas atribuições constitucionais, pode submeter ao parlamento brasileiro. O presidente não baixa decreto nenhum. Só baixa decreto depois que o parlamento der o sinal verde”, disse Bolsonaro neste domingo.

Bolsonaro também defendeu os manifestantes presos durante os atos de 8 de janeiro, quando centenas de pessoas invadiram e vandalizaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele voltou a falar sobre o processo eleitoral. “Que nós possamos disputar as eleições sem qualquer suspeição. Afinal de contas, a alma da democracia é uma eleição limpa, onde ninguém pode sequer pensar em duvidar dela. Não estou duvidando das eleições, página virada. Até porque podemos ver, um dia, um time de futebol sem torcida ser campeão, mas pela primeira vez na história do Brasil, nós estamos vendo um presidente eleito, sem povo ao seu lado”.

Em junho do ano passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou Bolsonaro inelegível por oito anos, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, já que, em julho de 2022, durante a campanha eleitoral, o então candidato à reeleição convocou uma reunião com embaixadores para atacar o sistema eletrônico de votação, sem apresentar provas.

Em outubro do mesmo ano, Bolsonaro tornou-se inelegível pela segunda vez pelo TSE por abuso de poder político. Por maioria, os ministros consideraram que ele aproveitou as celebrações de 200 anos da independência do Brasil, em 7 de setembro de 2022, para seu benefício em sua campanha eleitoral pela reeleição.

Via: Agência Brasil

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Mulheres sambistas lançam livro-disco infantil com protagonista negra

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Uma menina de 4 anos, chamada de Flor de Maria, que vive aventuras mágicas embaixo da mesa da roda de samba, e descobre um mundo cheio de cores, sons e sensações diferentes. Uma experiência que a conecta com uma expressão cultural e comunitária ancestral. Esse é o enredo do disco-livro É Pretinha, lançado nesta semana pela editora Rubra.

As autoras são Marina Iris e Manu da Cuíca, com ilustrações de Tétiiz e produção musical de Ana Costa. O objetivo das autoras era celebrar o samba e a infância. E, ao misturar livro e músicas, permitir que os leitores mergulhassem em um cenário mais vibrante e sensorial.

As músicas podem ser ouvidas no Spotify e YouTube gratuitamente.

Uma das autoras, Marina Iris, explica que se inspirou em ambientes comuns do subúrbio para criar a história de É Pretinha.

“Quando idealizei o É Pretinha, pensei em trazer para a literatura infantil o contexto de samba, subúrbio, quintal, família e ancestralidade. Queria que tudo estivesse presente de forma natural e poética, inspirada na infância cheia de abstração e poesia”, disse Marina Iris.

Outra autora, Manu da Cuíca, revela que a história traz elementos pessoais do passado e do presente.

“Contar uma história após me tornar mãe se tornou um rito de intimidade e carinho, onde entrelaço minha infância na da minha filha. Eu, Ana e Marina conversamos muito sobre essa dimensão das histórias antes de começarmos a criar”, disse Manu da Cuíca.

Via: Agência Brasil

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