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Com três expulsos, Cruzeiro perde e soma 4º tropeço seguido na Série B

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Campeão e com vaga garantida na Série A de 2023, o Cruzeiro chegou ao quarto jogo sem vitória na noite desta terça-feira (18/10), ao perder para o Guarani, por 1 x 0, no Mineirão, em Belo Horizonte, na abertura da 36ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Machado, Daniel Júnior e Edu foram expulsos pelo time mineiro durante a partida.

Dos quatro jogos, são três derrotas consecutivas e um empate. Retrospecto negativo e nada comum para o Cruzeiro, líder absoluto com 72 pontos. Já o Guarani, por sua vez, venceu pela segunda vez consecutiva e assumiu o décimo lugar, com 47 pontos, livre de qualquer risco de rebaixamento. Foi a primeira derrota dos mineiros como mandante na Série B – vinham de 14 vitórias e três empates.

O Cruzeiro teve um primeiro tempo completamente atípico e acabou pressionado pelos paulistas. O Guarani criou mais chances de gol, finalizando 12 vezes na meta de Rafael Cabral. Já os mineiros, com dois expulsos, tiveram dificuldades e chegaram apenas duas vezes ao ataque.

Numa das poucas oportunidades do Cruzeiro, aos 29 minutos, Jajá recebeu pelo lado esquerdo, invadiu a área e finalizou rasteiro nas mãos do goleiro. Mas o Guarani soube se defender e teve tranquilidade com a bola nos pés, tendo como destaque o volante Richard Ríos, com três chutes perigosos.

A partir dos 33 minutos, o Cruzeiro perdeu a cabeça dentro de campo. Daniel Júnior reclamou de falta na lateral do campo, xingou o árbitro e recebeu o cartão vermelho direto. O que já era ruim ficou ainda pior aos 36, quando Machado recebeu o segundo amarelo no jogo.

Mesmo com dois homens a menos, o Cruzeiro procurou ficar com a bola e quase abriu o placar aos 49 minutos. Jajá invadiu a área e finalizou cruzado pela linha de fundo, muito próximo da trave de Maurício Kozlinski.

No segundo tempo, o Guarani manteve a postura com boas trocas de passes e abriu o marcador. Aos 10, Yago tocou para Isaque, que apareceu nas costas da marcação e finalizou por cima do goleiro Rafael Cabral. Após o gol houve confusão entre os bancos de reservas e Edu, substituído, foi expulso pela arbitragem.

O gol do Guarani pressionou ainda mais o Cruzeiro. Mesmo com dois homens a menos, o líder foi corajoso e atacou pelo empate, que quase veio aos 34 minutos, com Bruno Rodrigues finalizando para boa defesa de Maurício Kozlinski. Contudo, o Guarani segurou a vantagem até o final e quebrou a invencibilidade dos mineiros no Mineirão.

O Cruzeiro volta a campo na quinta-feira, dia 27, para enfrentar o Novorizontino, às 19 horas, no Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte. Já o Guarani, na sexta-feira, dia 28, visitará o Bahia, às 19h, na Fonte Nova, em Salvador.

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 0 X 1 GUARANI

CRUZEIRO – Rafael Cabral; Geovane, Oliveira e Eduardo Brock; Machado, Willian Oliveira (Juan Christian), Pedro Castro (Breno) e Daniel Júnior; Jajá (Bruno Rodrigues), Edu (Kaiki) e Luvannor (Rodolfo). Técnico: Paulo Pezzolano.

GUARANI – Maurício Kozlinski; Lucas Ramon (Mateus Ludke), João Victor, Derlan e Mayk; Leandro Vilela (Eduardo Person), Richard Ríos (Madison), Isaque (Edson Carioca) e Giovanni Augusto; Yago e Yuri Tanque (Jenison). Técnico: Mozart Santos.

GOL – Isaque, aos 10 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Wagner do Nascimento Magalhães (RJ).

CARTÕES AMARELOS – Rafael Cabral, Geovane e Breno (Cruzeiro); Lucas Ramon, Mayk, Leandro Vilela, Richard Ríos, Eduardo Person, Yago, Yuri Tanque e Jenison (Guarani).

CARTÕES VERMELHOS – Machado, Daniel Júnior e Edu (Cruzeiro).

PÚBLICO – 21.491 pagantes.

RENDA – R$ 451.018,00.

LOCAL – Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

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Polícia Militar do Rio analisa origem de 492 fuzis apreendidos em 2023

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Mais de 90% dos fuzis apreendidos no ano passado pela Polícia Militar do Rio de Janeiro foram fabricados em outros países. O maior número de apreensões ocorreu em áreas do estado onde há disputas de território entre facções criminosas rivais. As duas constatações fazem parte de um estudo da Subsecretaria de Inteligência (SSI)da Secretaria de Estado de Polícia Militar, que analisou a apreensão de 492 fuzis em 2023.

Um aspecto abordado no estudo da SSI diz respeito à marca dos fuzis apreendidos. Dos 492, 199 são da marca norte-americana Colt. Foram registrados no estudo 194 fuzis sem marca, ou seja, armas que entram no país ou no estado separadas por peças e montadas por armeiros envolvidos com as organizações criminosas. As demais armas apreendidas são de 43 marcas diversas, praticamente todas de países do Hemisfério Norte.  

O estudo da SSI mostra que as apreensões se concentraram com maior intensidade nas áreas integradas de segurança pública (AISPs) da zona oeste da capital e da Baixada Fluminense. Das dez AISPs com maior número de apreensões, oito estão situadas nessas regiões do estado. As únicas exceções são a AISP 3 (região do Méier e adjacências) e a AISP 16 (Olaria e adjacências). Das 492 apreensões de fuzis no ano passado, 377 foram registradas nessas dez regiões.

Ainda sob o aspecto geográfico, o estudo destaca a expansão do crime organizado para o interior do estado. Na região do 5º Comando de Policiamento (5º CPA), Sul Fluminense e Costa Verde, foram apreendidos 13 fuzis no ano passado. Já na região do 6º CPA, Norte e Noroeste do estado, ocorreram sete apreensões.

“Compartilhado com a Polícia Federal, o estudo indica que o tráfico internacional de armas representa um dos maiores desafios para a área de segurança pública do Rio de Janeiro, cuja solução depende de uma ação articulada entre as polícias do estado e as forças federais”, diz nota da Polícia Militar.

Via: Agência Brasil

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Aliados de Bolsonaro fazem ato político no Rio de Janeiro

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Aliados do ex-presidente da República Jair Bolsonaro fizeram um ato público na orla da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (21). O próprio Bolsonaro usou suas redes sociais para convocar as pessoas para a manifestação.

Com várias falas que misturaram política e religião, os aliados do ex-presidente fizeram discursos em favor de Bolsonaro, do dono da rede social X (ex-Twitter), Elon Musk, e da liberdade de expressão, além de criticarem veículos de imprensa, o atual governo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e as investigações em relação à tentativa de golpe de Estado.

Ao falar em cima de um trio elétrico, Bolsonaro se disse vítima da “covardia” de um “sistema” que quer vê-lo “fora de combate em definitivo”. 

Bolsonaro é investigado em inquérito sobre a tentativa de golpe ocorrida no dia 8 de janeiro de 2022. Seu passaporte foi apreendido pela Polícia Federal (PF), em fevereiro, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, durante a operação Tempus Veritatis.

Segundo a investigação da PF, quando ainda era presidente da República, Jair Bolsonaro discutiu com militares uma minuta de golpe de Estado, em que previa prender Moraes, o também ministro do STF Gilmar Mendes e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Além disso, a minuta previa a realização de novas eleições presidenciais, usando, como justificativa, falsos indícios de fraudes nas urnas eletrônicas.

Para os manifestantes que estavam em Copacabana, o ex-presidente se defendeu de suposto envolvimento na elaboração da chamada minuta do golpe.

“Nunca jogamos fora das quatro linhas. Alguém já viu essa minuta de golpe? Quando se fala em estado de sítio, é uma proposta que o presidente, dentro de suas atribuições constitucionais, pode submeter ao parlamento brasileiro. O presidente não baixa decreto nenhum. Só baixa decreto depois que o parlamento der o sinal verde”, disse Bolsonaro neste domingo.

Bolsonaro também defendeu os manifestantes presos durante os atos de 8 de janeiro, quando centenas de pessoas invadiram e vandalizaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele voltou a falar sobre o processo eleitoral. “Que nós possamos disputar as eleições sem qualquer suspeição. Afinal de contas, a alma da democracia é uma eleição limpa, onde ninguém pode sequer pensar em duvidar dela. Não estou duvidando das eleições, página virada. Até porque podemos ver, um dia, um time de futebol sem torcida ser campeão, mas pela primeira vez na história do Brasil, nós estamos vendo um presidente eleito, sem povo ao seu lado”.

Em junho do ano passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou Bolsonaro inelegível por oito anos, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, já que, em julho de 2022, durante a campanha eleitoral, o então candidato à reeleição convocou uma reunião com embaixadores para atacar o sistema eletrônico de votação, sem apresentar provas.

Em outubro do mesmo ano, Bolsonaro tornou-se inelegível pela segunda vez pelo TSE por abuso de poder político. Por maioria, os ministros consideraram que ele aproveitou as celebrações de 200 anos da independência do Brasil, em 7 de setembro de 2022, para seu benefício em sua campanha eleitoral pela reeleição.

Via: Agência Brasil

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Mulheres sambistas lançam livro-disco infantil com protagonista negra

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Uma menina de 4 anos, chamada de Flor de Maria, que vive aventuras mágicas embaixo da mesa da roda de samba, e descobre um mundo cheio de cores, sons e sensações diferentes. Uma experiência que a conecta com uma expressão cultural e comunitária ancestral. Esse é o enredo do disco-livro É Pretinha, lançado nesta semana pela editora Rubra.

As autoras são Marina Iris e Manu da Cuíca, com ilustrações de Tétiiz e produção musical de Ana Costa. O objetivo das autoras era celebrar o samba e a infância. E, ao misturar livro e músicas, permitir que os leitores mergulhassem em um cenário mais vibrante e sensorial.

As músicas podem ser ouvidas no Spotify e YouTube gratuitamente.

Uma das autoras, Marina Iris, explica que se inspirou em ambientes comuns do subúrbio para criar a história de É Pretinha.

“Quando idealizei o É Pretinha, pensei em trazer para a literatura infantil o contexto de samba, subúrbio, quintal, família e ancestralidade. Queria que tudo estivesse presente de forma natural e poética, inspirada na infância cheia de abstração e poesia”, disse Marina Iris.

Outra autora, Manu da Cuíca, revela que a história traz elementos pessoais do passado e do presente.

“Contar uma história após me tornar mãe se tornou um rito de intimidade e carinho, onde entrelaço minha infância na da minha filha. Eu, Ana e Marina conversamos muito sobre essa dimensão das histórias antes de começarmos a criar”, disse Manu da Cuíca.

Via: Agência Brasil

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