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Vídeo: incêndio atinge loja de carros em Joinville e destrói 70 veículos

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Uma loja de carros foi incendiada na madrugada desta quinta-feira (28), na cidade de Joinville, nas proximidades do bairro Floresta, em Santa Catarina.

O Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville foi acionado por volta das 3h20 da manhã para atender a ocorrência em um comércio de veículos, na Rua Santa Catarina. De acordo com o subcomando, cerca de 70 veículos foram queimados e destruídos.

Em imagens captadas pela câmera de segurança do comércio, é possível visualizar o momento em que um homem desconhecido e encapuzado anda pelo estacionamento do local durante o incêndio.

À CNN, um dos funcionários do estabelecimento afirmou que o incêndio foi criminoso. Ainda, segundo o prestador, a empresa existe há mais de seis anos e sofreu um prejuízo maior do que o seguro pode cobrir.

Procurada pela CNN, a Polícia Civil não se pronunciou até o momento da publicação desta matéria.

(*Sob supervisão de Carolina Figueiredo)

CNN Brasil

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DPVAT vai voltar? Quem deve pagar o seguro e quanto pode custar

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Após o governo propor e a Câmara aprovar recriação do DPVAT, cabe ao Senado chancelar o retorno do seguro obrigatório para indenizar pessoas que sofrem acidentes com veículos.

Caso chancelada a volta, todos os proprietários de veículos automotores serão obrigados a arcar anualmente o DPVAT, que garante assistência às vítimas de acidentes nas vias brasileiras, mas não se sabe o valor do seguro.

Não é possível cravar o valor a ser pago, entre outras razões, porque ainda será definido, pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), os valores das indenizações. Todavia, é possível delinear tendências.

Num cenário em que fosse aprovado o texto proposto pelo governo, com coberturas para morte e invalidez permanente, além de manutenção do valor atual das indenizações e dos repasses de 50% para o Sistema Único de Saúde (SUS) e Conselho Nacional de Trânsito (Contran), seria necessária arrecadação superior a R$ 3,5 bilhões em 2024.

Um cálculo realizado pela CNN que considera este valor, divulgado à época pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), e a frota atual, medida pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) em 119 milhões de veículos, os motoristas pagariam anualmente ao menos R$ 29.

Vale destacar que caberia à regulamentação do projeto de lei definir regras que podem afetar este cálculo, como quais veículos estariam sujeitos ao pagamento.

Os pressupostos não foram mantidos, porém, os parlamentares incluíram no projeto reembolsos para assistências médicas e suplementares — como fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos — desde que não estejam disponíveis pelo SUS no município de residência da vítima.

Também foram acrescentadas despesas com serviços funerários e com a reabilitação profissional para vítimas de acidentes que resultem em invalidez parcial.

Ainda há previsão de seja estendida a cobertura do seguro para as vítimas de acidentes de trânsito ocorridos entre 1º de janeiro de 2024 e a data de início de vigência da nova lei, depois da sua sanção. As adições feitas pelos deputados devem aumentar a necessidade de arrecadação e o valor a ser pago pelos motoristas.

Extinto em 2020, o DPVAT teve a tarifa reduzida a partir de 2016, quando era cobrado R$ 105,65 para os carros. Esse preço caiu para R$ 68,10 em 2017, depois para R$ 45,72 em 2018, chegou a R$ 16,21 em 2019, e foi de R$ 5,23 em 2020, último ano de vigência.

Naquele momento, a indenização para morte era de R$ 13,5 mil; para invalidez permanente, de até R$ 13,5 mil; e o reembolso para despesas médicas era de até R$ 2,7 mil.

O SPVAT

O DPVAT parou de ser cobrado durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Desde então, a gestão do fundo que indeniza acidentados passou para a Caixa Econômica Federal, que ficou sem recursos para indenizar acidentados.

O banco informou no ano passado que só haveria recursos para atender pedidos referentes a acidentes ocorridos até 14 de novembro de 2023. Daí surgiu impulso político para a recriação do seguro.

O nome agora é Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidente de Trânsito (SPVAT), e há novas regras. O projeto mantém a Caixa na operação do seguro e amplia o rol de despesas cobertas.

O texto aprovado determina ainda o repasse aos municípios e estados, onde houver serviço municipal ou metropolitano de transporte público coletivo, de 35% a 40% do montante do valor arrecadado do prêmio do SPVAT.

Segundo informações preliminares, não há dimensão exata sobre o número de indenizações que deixaram de ser pagas por falta de recursos.

*Publicado por Danilo Moliterno

CNN Brasil

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Entenda o DPVAT, seguro obrigatório cuja volta foi aprovada pela Câmara

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O governo propôs e a Câmara aprovou a volta de cobrança do seguro obrigatório para indenizar pessoas que sofrem acidentes com veículos — chamado anteriormente de DPVAT.

O DPVAT parou de ser cobrado em 2020, durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Desde então, a gestão do fundo que indeniza acidentados passou para a Caixa Econômica Federal, que ficou sem recursos para indenizar acidentados.

O banco informou no ano passado que só haveria recursos para atender pedidos referentes a acidentes ocorridos até 14 de novembro de 2023. Daí surge impulso político para a recriação do seguro.

O nome agora é Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidente de Trânsito (SPVAT), e há novas regras.

O novo DPVAT

O projeto mantém a Caixa na operação do seguro e amplia o rol de despesas cobertas.

Foram incluídos reembolsos para assistências médicas e suplementares — como fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos — desde que não estejam disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no município de residência da vítima.

Também foram acrescentadas despesas com serviços funerários e com a reabilitação profissional para vítimas de acidentes que resultem em invalidez parcial. Os valores da indenização serão definidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

No modelo anterior, a indenização para morte era de R$ 13,5 mil; para invalidez permanente, até R$ 13,5 mil; e o reembolso para despesas médicas era de até R$ 2,7 mil.

As adições feitas pelos parlamentares devem aumentar a necessidade de arrecadação. Com o texto original enviado pelo governo, os motoristas ao redor do país teriam de pagar em torno de R$ 3,5 bilhões em 2024, segundo cálculo preliminar da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O texto aprovado determina ainda o repasse aos municípios e estados, onde houver serviço municipal ou metropolitano de transporte público coletivo, de 35% a 40% do montante do valor arrecadado do prêmio do SPVAT.

Ainda há previsão de seja estendida a cobertura do seguro para as vítimas de acidentes de trânsito ocorridos entre 1º de janeiro de 2024 e a data de início de vigência da nova lei, depois da sua sanção.

Segundo informações preliminares, não há dimensão exata sobre o número de indenizações que deixaram de ser pagas por falta de recursos.

Jabuti

Durante a votação dessa proposta, os parlamentares acabaram incluindo uma emenda, chamada de jabuti, porque é de um assunto não relacionado ao projeto.

Ela altera o arcabouço fiscal e permite a antecipação da abertura de crédito suplementar de cerca de R$ 15 bilhões. Isso em razão do crescimento adicional da receita deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

*Publicado por Danilo Moliterno.

CNN Brasil

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Venda e produção de veículos crescem em março ante mês anterior, diz Anfavea

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A indústria de veículos do Brasil teve em março crescimento de produção e licenciamentos ante fevereiro, mas as exportações mostraram forte queda ante o mesmo período do ano passado, informou a associação de montadoras instaladas no país, Anfavea, nesta segunda-feira.

A produção cresceu 3,2% ante fevereiro, a 195,8 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, tendo o melhor desempenho desde novembro, “se ajustando à crescente demanda do mercado”, afirmou a entidade em apresentação à imprensa.

A entidade afirmou que a produção de caminhões em março foi a mais alta em 12 meses, aproximando o segmento de seu “patamar normal de mercado”. A produção de ônibus subiu 61,6% impulsionada por ano eleitoral e programas federais como Caminho da Escola.

Já as vendas totais de veículos avançaram 13,6% na comparação mensal, para 187,7 mil unidades, mostrando uma média diária de emplacamentos de 9,4 mil veículos, 7,9% acima do registrado em fevereiro e 8,5% maior que a de março de 2023.

“No ano, a média diária de emplacamentos já é 12,6% superior à do primeiro trimestre de 2023”, afirmou a Anfavea.

A entidade afirmou que as locadoras, setor que deve comprar mais de 700 mil veículos este ano após 590 mil em 2023, foram responsáveis por 46% das vendas de carros e comerciais leves em março.

As exportações, porém, recuaram 28% no mês passado sobre março do ano anterior, para 32,7 mil veículos. Segundo a Anfavea, com exceção do México, “todos os principais mercados de destino estão em retração”.

O setor terminou o trimestre com produção de 538 mil unidades, leve incremento de 0,4% ante os três primeiros meses de 2023. As vendas avançaram 9,1%, para 514,6 mil unidades. Já as exportações recuaram 28%, para 82,2 mil veículos.

CNN Brasil

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