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Campeonato reúne mais de 130 capoeiristas em Sorriso

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Atletas lutaram para garantir uma vaga na maior competição de capoeira do mundo

Ao todo, mais de 12 grupos do estado participaram da 2ª. edição do Campeonato Nagô Kids de Capoeira, realizado neste sábado (30.03), no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Sorriso.

Organizado em conjunto pela contramestra de capoeira e professora-pesquisadora Luciana Monteiro de Campos e pelo mestre e professor Wanderson Campos (Sapo), com supervisão do mestre Valdir da Silva, o evento contou com apoio da Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude (Semcultj), via Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic) e do Governo Federal, através da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195/2022).

Por quase 12 horas, 130 atletas ligados a 14 municípios lutaram para garantir uma vaga no Volta do Mundo Bambas (VMB), maior competição de capoeira de alta performance do mundo, previsto para 12 de outubro no Rio de Janeiro.

Presidente da Federação Mato-grossense de Capoeira (FMTC), mestre Salgado ressaltou a qualidade técnica dos competidores os quais, segundo ele, estão aptos para representar o país em eventos de nível internacional”.

“A organização do evento foi impecável em todos os detalhes. A escolha do corpo de arbitragem também foi acertada. Isso permitiu uma maior sintonia entre os competidores que puderam demonstrar suas técnicas, sempre de forma muito enfática e respeitosa. A preparação dos coachs também chamou muito muita atenção. Em resumo, foi um evento altamente técnico, digno da capoeira brasileira”, assinala.

Gestora da pasta, Marisa Netto, complementa que eventos dessa natureza tendem a valorizar o trabalho desenvolvido por professores e alunos, além de promover o esporte e atrair novos praticantes.

“A arte da capoeira é linda e inexplicável. Mesmo se tratando de uma competição de alto nível, a gente sente um ambiente de amistosidade e reciprocidade entre todos os participantes. Não poderia deixar de parabenizar o mestre ‘Sapo’ e contramestra Luciana pelo trabalho lindo que ambos vêm desenvolvendo em prol da capoeira do nosso estado”, afirma.

Para a contramestra Luciana Monteiro, um dos momentos mais marcantes da competição aconteceu quando os olheiros (especialistas que buscam por novos talentos) anunciaram que iriam elevar o número de atletas no ranking estadual.

“Agora passamos a contar com 14 atletas representando Mato Grosso a nível mundial. Esse ranqueamento chega para coroar décadas de dedicação e comprometimento”, observa.

Sem esconder o entusiasmo, a contramestra acrescenta que atualmente a roda de capoeira é reconhecida como um dos cinco patrimônios culturais imateriais da humanidade no Brasil o que, segundo ela, contribuiu para que a mistura de dança e luta pudesse romper barreiras mundo afora.

“Há cem anos, se alguém fosse encontrado jogando capoeira na rua, essa pessoa era perseguida, agredida e morta. Felizmente, na atualidade chegamos a outro patamar. Hoje a capoeira faz parte de uma vertente esportiva que busca alcançar novas mídias de comunicação de divulgação e novos adeptos”, contextualiza.

O professor Jefferson Reber Scholz (Bordado), do grupo Capoeira Brasil, de Sorriso, levou 18 atletas e, para muitos deles, essa foi a primeira oportunidade de competir num evento de renome nacional.

“Com certeza foi muito emocionante. Apesar da pouca experiência, nossos atletas conquistaram quatro pódios. Estamos satisfeitos e felizes com os resultados”, disse.

“A equipe da Semcultj ofereceu todo suporte necessário para a realização deste evento. Foram centenas de metros de tatames, equipamentos de sonorização e suporte técnico. Também tivermos o apoio da direção do IFMT que abriu as portas dessa importante instituição e possibilitou que nossos atletas desfrutassem dessa estrutura incrível”, complementa mestre Sapo ao enaltecer o apoio do setor público.

Novas oportunidades

A 2ª. edição do Campeonato Nagô Kids de Capoeira também foi a oportunidade para que outros grupos pudessem expor seus trabalhos, a exemplo do tatuador e instrutor de capoeira Ricardo Rocha dos Santos (Tattoo), da Associação de Capoeira Canaã de Lucas do Rio Verde.

“Somos um projeto muito jovem, com apenas 02 anos de fundação. Apesar do curto espaço de tempo, já temos uma base sólida na formação de bons capoeiristas. Somos gratos pela oportunidade e, esperamos em breve retribuir o carinho recebido aqui em Sorriso”, pontua.

Fonte: Secom Sorriso

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Com aval do TJ, Prefeitura em MT cobra água e esgoto de morador que só usa poço

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poco artesiano

 

A Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) negou um recurso proposto por um morador de de Rondonópolis (212 km de Cuiabá), questionando a cobrança de faturas de água e esgoto de sua residência, mesmo a casa não estando ligada à rede de abastecimento. Os desembargadores apontaram que a legislação prevê o faturamento, já que o local é atendido pela empresa que faz o abastecimento na região.

O recurso foi proposto por V. L. M, na tentativa de reverter uma sentença proferida pela 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Rondonópolis, em uma ação de cobrança movida pelo Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear). Na apelação, o morador afirmou que não tem relação jurídica com a empresa, porque sua residência é abastecida por poço artesiano, não tem hidrômetro, sendo, portanto, inexistente o parâmetro para cobrança das faturas dos serviços de água e esgoto.

A Sanear cobra na justiça o recebimento de débitos relativos a faturas de água, coleta de esgoto e de resíduos domésticos, no período de janeiro a dezembro de 2019, de janeiro a dezembro de 2020 e de janerio a dezembro de 2021, totalizando o valor atualizado de R$ 2 mil. O juízo de primeiro piso entendeu que a cobrança é válida, condenando o consumidor a fazer o pagamento.

No recurso ao TJ, a defesa sustentou que não possui relação jurídica com a empresa, além de destacar a cobrança por estimativa como ilegal, finalizando com o apontamento de que o argumento da Sanear, de que o sistema de abastecimento está à sua disposição, e não faz uso por vontade própria, é frágil.

O recurso, no entanto, foi negado, já que a legislação prevê que, quando disponibilizada rede pública de esgotamento sanitário, o usuário estará sujeito aos pagamentos previstos, sendo assegurada a cobrança de um valor mínimo de utilização dos serviços, ainda que a residência não esteja conectada à rede pública.

“De acordo com a legislação atinente à matéria, incumbe ao consumidor, recorrente, a obrigação de proceder a interligação do imóvel à rede de esgoto, quando já disponibilizada pela concessionária de serviço público. Sendo assim, não merece reparos a sentença recorrida, que deve ser mantida por seus próprios fundamentos. Forte nessas razões, conheço e nego provimento ao Recurso de Apelação Cível, proposto por Valdeci Lourenço Martins”, diz a decisão.

Fonte: Folhamax

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Câmara de Alto Paraguai reúne com autoridades locai e discute segurança pública

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Câmara de Alto Paraguai reúne com autoridades locai e discute segurança pública

Fonte: Câmara de Alto Paraguai

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Justiça manda Prefeitura em MT pagar acional de sobreaviso a motorista da Saúde

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hospital paranatinga

 

A desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou um recurso proposto pela Prefeitura de Paranatinga, que tentava anular uma decisão que determinou o pagamento de um benefício para um servidor municipal. De acordo com a decisão, não há previsão legal que proíba o acúmulo dos benefícios recebidos pelo funcionário público.

Com o recurso, o município tentou reverter uma sentença da Segunda Vara de Paranatinga numa uma ação de cobrança movida pelo servidor L. A. P. Na decisão, foi determinada a implantação da gratificação por sobreaviso, na razão de um terço do valor da hora normal de trabalho, caso o autor ainda esteja lotado no cargo de motorista da Secretaria Municipal de Saúde, devendo realizar o pagamento das parcelas retroativas, respeitada a prescrição quinquenal.

Foi determinada ainda a implantação do adicional de penosidade de 30% da remuneração do trabalhador, bem como o pagamento das diferenças salariais decorrentes desse adicional a partir da data de admissão do servidor público no cargo, além das parcelas que eventualmente se vencerem até o efetivo pagamento.

Na apelação, a Prefeitura alegou não ser possível a cumulação do adicional de penosidade (reconhecido na sentença) com o adicional de insalubridade receibdo pelo servidor. Na decisão, a desembargadora destacou que não existe previsão na legislação municipal quanto a impossibilidade de recebimento conjunto dos benefícios, nem em relação à opção do servidor por apenas uma das parcelas indenizatórias.

“Em presença a inexistência de expressa vedação legal, não há se falar em impossibilidade de cumulação dos adicionais de insalubridade e penosidade pelos servidores públicos municipais de Paranatinga. Isso posto, nego provimento ao Recurso de Apelação do Município de Paranatinga, mantendo a sentença por seus próprios fundamentos”, diz a decisão.

Fonte: Folhamax

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