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3º Cantarte: Cultura abre inscrições para Concurso de Canto

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A Secretaria de Cultura e Turismo de Lucas do Rio Verde abriu, nesta terça-feira (14), as inscrições para a 3ª Edição do Cantarte – Concurso de Canto. A atividade, que visa revelar para a comunidade novos talentos musicais de intérpretes e compositores, acontecerá nos dias 31 de agosto e 01 de setembro na Concha Acústica do município.

O projeto é voltado para os artistas do município que se enquadrem nas seguintes categorias:

Infantil: 06 a 11 anos;

Juvenil: 12 a 17 anos;

Composição Inédita, Gospel, Nacional e Sertaneja: 18 anos ou mais.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 14 de junho, de maneira presencial, na sede da Secretaria de Cultura e Turismo, que fica localizada na Avenida São Paulo, nº 363 E, no bairro Cidade Nova, nos seguintes horários: 8h às 11h e 14h às 17h, ou através do e-mail: editais.cultura@lucasdorioverde.mt.gov.br.

No ato da inscrição, os participantes devem entregar os documentos solicitados por categoria. A lista completa da documentação está disponível no edital, que pode ser consultado no site da Prefeitura.

Os três primeiros colocados de cada categoria receberão o troféu de participação, além da premiação em dinheiro, que serão nos seguintes valores:

Categorias Infantil e Juvenil:

1° lugar: R$ 1.500,00

2° lugar: R$ 1.000,00

3° lugar: R$ 700,00

Categorias Gospel, Nacional e Sertaneja:

1° lugar: R$ 3.500,00

2° lugar: R$ 2.500,00

3° lugar: R$ 1.500,00

Categoria Composição Inédita:

1° lugar: R$ 3.700,00

2° lugar: R$ 2.700,00

3° lugar: R$ 1.700,00

Em 2023, mais de 100 artistas se inscreveram no concurso e passaram pela fase de audições. Após a seleção, 36 finalistas se apresentaram ao público na Concha Acústica. 

Dúvidas e informações sobre o edital podem ser sanadas através do telefone (65) 3548-2513 ou pelo e-mail: cultura.turismo@lucasdorioverde.mt.gov.br.

Confira o edital: 

Fonte: Secom Lucas do Rio Verde

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Pátio entrega escritura de área do centro de diagnóstico do câncer e discute projetos de infraestrutura

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O
prefeito José Carlos do Pátio entregou ao chefe da casa civil do
governo do estado, Fábio Garcia, nesta quarta-feira (29), a
escritura da área onde deve ser construído o Centro de Apoio e
Diagnóstico do Câncer, que é uma extensão do Hospital do Amor,
especializado no tratamento do câncer.

Além
da doação da área para o centro de diagnóstico, Pátio aproveitou
para discutir os encaminhamentos necessários para a continuidade das
obras de drenagem e pavimentação do residencial Sagrada Família.
Fábio Garcia comentou que todos os pleitos são importantes e
afirmou que o governo do estado acredita que a forma de fazer chegar
os investimentos para ajudar a sociedade é por meio dessas parcerias
com os municípios.

Juntamente
dos senadores Wellington Fagundes e Mauro Carvalho, os líderes
discutiram ainda o fortalecimento das parcerias para a duplicação
do anel viário Conrado Sales Brito e também da continuidade do
distrito industrial Augusto Bortoli Razia.

“Essa
parceria com o governo Mauro Mendes é muito importante. Já tivemos
vários avanços como por exemplo a revitalização dos distritos
industriais, a avenida W11, além dos investimentos na área de
educação. Todas as parcerias têm sido eficazes e têm o
comprometimento de ambas as partes”, declarou o prefeito José
Carlos do Pátio.

O
trabalho conjunto com o estado foram articulados pelo atual
presidente do Sanear, Paulo José Correia que também participou da
reunião. Ele lembrou das obras que foram fruto dessa parceria, como
dos distritos industriais Vetorasso, Augusto Bortoli Razia, e o
distrito antigo.

Para
o senador Wellington Fagundes essas obras vão estruturar ainda mais
a cidade, principalmente o plano viário. “A parceria do município
com o estado, somado a emenda que estamos alocando deixa Rondonópolis
cada vez mais com uma excelente qualidade de vida”, ressaltou.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis

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Vereadora participa de seminário sobre “O impacto das Moratórias da Soja e da Carne nas desigualdades regionais” em Cuiabá

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A vereadora Raquel Pereira participou na tarde de terça-feira (28), do Seminário ” O impacto das Moratórias da Soja e da Carne nas desigualdades regionais”, evento promovido pela Aprosoja e pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), em Cuiabá.  Ela representou a presidência da Câmara de Alto Paraguai e demais parlamentares da Casa de Leis.

O evento ainda contou com representantes do agronegócio, autoridades estaduais, federais e municipais, entre eles, o presidente em exercício da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT), Geison Moraes, que participou na mesa do debate, representando toda vereança do Estado.

“Hoje, nos reunimos para discutir uma questão de grande relevância para o futuro econômico e social do nosso Estado: a moratória da soja e da carne. Este tema não é apenas um debate sobre práticas agrícolas, mas sobre a justiça econômica, os direitos dos municípios e a soberania do nosso código florestal.  A moratória, como muitos sabem, não é um protocolo amparado pela legislação brasileira. Ela surge de interesses internacionais e de grupos específicos, impondo uma sobrecarga adicional aos agricultores e pecuaristas da Amazônia, que já enfrentam um código florestal rigoroso. Essa medida externa, contraria nossas leis, impedindo o pleno desenvolvimento econômico e social do nosso estado, ampliando as desigualdades existentes”, disse o presidente da UCMMAT.

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Na ocasião, o presidente do TCE-MT,  Sérgio Ricardo anunciou que a instituição  vai auditar os incentivos fiscais destinados às empresas que atuam no estado. Segundo a autoridade,  o trabalho  envolverá as empresas signatárias das moratórias, porque responde um pedido protocolado junto ao Tribunal por 127 Câmaras Municipais, que apontam que os acordos prejudicam o desenvolvimento dos municípios. Isso porque, impediriam a circulação de  bilhões de reais na economia mato-grossense, aprofundando as desigualdades regionais, uma das principais bandeiras que defende no órgão fiscalizador.

“A lei diz que a empresa que recebe incentivo precisa devolver desenvolvimento e geração de emprego. Neste ano, foram destinados mais R$ 14 bilhões em incentivos pelo estado, então queremos saber o que as empresas incentivadas estão devolvendo para o cidadão de Mato Grosso”, pontuou o presidente ao explicar que municípios podem estar perdendo investimento e melhoria do bem-estar da população.

Também, foram apresentadas no evento,  dados sobre renúncia fiscal nas regiões de Mato Grosso, reforçando a discrepância entre elas. “As regiões mais fortes recebem mais incentivos e as mais carentes recebem menos. O que sugerimos como política pública não é que os recursos diminuam para os municípios, mas que sejam repassados de forma equilibrada em atenção aos mais pobres”, completou o presidente do TCE.

Ainda, ele  falou sobre um cenário preocupante, resultado da má distribuição: a perda de população. “O TCE julgadas contas de todas as prefeituras e sabemos que a situação é muito difícil. Tem município que não tem saída, que quer produzir e não consegue, as cidades não geram oportunidades e as pessoas estão indo embora, 51 cidades perderam população no estado, então temos que buscar um crescimento igualitário.”

O conselheiro-ouvidor, Antonio Joaquim, que recepcionou a demanda dos municípios no TCE-MT, defendeu que estas empresas não recebam incentivos fiscais do Governo do Mato Grosso. Além disso, destacou a legitimidade da atuação do Tribunal sobre a causa. “Se está no orçamento, está na lei, o Tribunal de Contas tem obrigação de entrar no debate. Isso será feito a partir do laudo técnico, do relatório dos nossos auditores.”

Os acordos preveem que as empresas não comprem soja ou carne de áreas desmatadas até 2008. Contudo, o setor aponta que, com a aprovação do Novo Código Florestal, em 2012, as moratórias deveriam ter sido extintas, mas continuam sendo praticadas porque garantem vantagens econômicas às signatárias. Com isso, mais de 2,6 milhões de hectares são impactados, prejudicando principalmente pequenos produtores.

Em seu discurso, o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, classificou as moratórias como “injustiças”, lembrando que o Código Florestal Brasileiro é o mais restritivo do mundo. “A moratória viola o direito de uso da terra do produtor. Sabemos que as empresas signatárias correspondem a 94% do mercado comprador, para atender um mercado de 15% que é o mercado europeu.”

Beber reforçou o compromisso do setor com a legalidade e com todos os pilares de sustentabilidade. “O produtor brasileiro, principalmente de Mato Grosso, pratica isso como ninguém. Nosso produtor é o único no mundo que respeita áreas agricultáveis e derruba somente até onde está previsto pela Lei, independentemente se a terra é fértil ou produtiva”, afirmou.

Outras questões, como a análise do Cadastro Ambiental Rural, regularização fundiária, regularização ambiental e rastreabilidade foram abordadas durante o encontro, realizado em parceria com a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e Fórum Agro MT.

Também participaram do evento os conselheiros Valter Albano e Waldir Teis; o procurador-geral de Contas; Alisson Carvalho de Alencar; o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes; o senador Wellington Fagundes; os deputados federais Coronel Fernanda e Abílio Brunini; os deputados estaduais Max Russi, Gilberto Catani, Ondanir Bortolini, Diego Guimarães, Faissal Calil, Wilson Santos, Dilmar Dalbosco e Dr Eugênio; o promotor de Justiça Marcelo Caetano Vacchiano; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin; o presidente interino da União das Câmaras (UCMMAT), Geison Moraes; o presidente do Fórum Agro, Itamar Canossa; o presidente da Famato, Vilmondes Sebastião Tomaim e o consultor de Política Agrícola, Thiago Rocha.

Veja mais fotos aqui.

Fonte: Câmara de Alto Paraguai

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Ação da Sempras leva apoio e cobertores a pessoas em estado de escassez e vulnerabilidade

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Se
as baixas temperaturas podem assustar e incomodar muitos que estão
em casa, sob um teto quente, que dirá aqueles que se encontram ao
vento, vivendo nas vias públicas, sem abrigo e, muitas vezes, sem
roupas adequadas, cobertores e alimentos. Para amenizar o desconforto
desses indivíduos, quando os termômetros despencam, a Secretaria
Municipal de Promoção e Assistência Social (Sempras) vai às ruas
a fim de prestar-lhes acolhimento e conforto. Foi o que aconteceu no
início desta semana quando, na segunda-feira (27), uma equipe da
Pasta abordou esses moradores que não tem um lar, oferecendo o apoio
físico e emocional.

“As
pessoas que estão em condição de rua trazem a maior das
vulnerabilidades humanas, pois, em sua grande maioria, não têm
documentos, o que dificulta os acessos a serviços. Em geral, estão
com uma saúde muito fragilizada em decorrência das péssimas
condições de alimentação e da ausência de cuidado com higiene.
Elas também trazem grandes traumas pessoais, como perda de entes
queridos, rompimento de relacionamentos afetivos, dependência
química e ausência de autoestima. Enfim, encontramos um ser humano
que, em sua maioria, está desacreditado de si mesmo. Então, a
relação de construção de vínculos e confiança é algo que se
estabelece no decorrer de vários atendimentos. O primeiro contato é
marcado por muitas incertezas e desconfianças”, relata a
secretária de Promoção e Assistência Social, Fabiana Rizati
Perez.

Ao
percorrer os diversos espaços públicos, o time de profissionais da
Sempras, que inclui assistentes sociais, psicólogos e pedagogos, deu
início aos trabalhos às 8h e seguiu com a abordagem até as 22
horas. “Esse grupo de servidores vai a lugares como praças,
prédios abandonados, ruas e marquises. Hoje, temos mapeados para
nosso roteiro mais de 30 ambientes que identificamos como pontos
estratégicos de permanência para as pessoas em situação de rua”,
comenta Fabiana. Ao todo, na segunda-feira, foram alcançados cerca
de cem usuários.

Por
meio da colaboração de entidades parceiras, que recebem pessoas em
situação de rua, os funcionários da Promoção e Assistência
Social fazem o contato visando o convencimento desses moradores para
que sejam acolhidos nesses locais, mostrando-lhes que essa opção
garante-lhes segurança e dignidade. “Nos casos de recusa, lhes é
oferecido um cobertor para minimizar o sofrimento causado pelo frio”,
compartilha a gestora.

Com
atendimento porta aberta para qualquer usuário que esteja em
situação de rua, esses cidadãos podem procurar o Centro Pop que
funciona das 7h às 11h30 e das 13h30 às 17h30, de segunda a
sexta-feira, e fica na Avenida Bandeirantes 1.191, Centro – em
frente à Casa Bom Samaritano. Lá, eles vão encontrar acesso a
atendimento especializado e cadastro único, pedidos de confecção
de documentos pessoais, concessões de benefícios eventuais – como
passagem –, kits de higinene e espaço para cuidados pessoais com o
corpo, alimentação, local para guardar seus pertences, e
encaminhamento às demais políticas públicas. “Após o
acolhimento, os usuários são direcionados para o atendimento
específico desejado. O Centro Pop também realiza busca por
familiares identificando e reestabelecendo vínculos e promove
qualificação e oportunidade de emprego”, explica a titular da
Promoção de Assistência Social.

Qualquer
munícipe que identifique alguém em situação de rua, pode
comunicar à Sempras para que a equipe de especialistas vá até esse
morador e lhe dê o devido acolhimento. Os telefones para contado são
3422-0961 e 9 8421-0976. Quem quiser fazer doações de agasalhos e
cobertores também pode levá-los ao Centro Pop. “Durante o
inverno, repetimos essas atividades várias vezes em dias de frio”,
assinala a secretária.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis

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