TECNOLOGIA

Cofundador da OpenAI deixa empresa criadora do ChatGPT

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O cofundador e cientista-chefe da OpenAI Ilya Sutskever está deixando a startup no centro do atual “boom” da inteligência artificial (IA).

“A OpenAI não seria o que é sem ele”, escreveu o CEO da OpenAI, Sam Altman, em uma mensagem à empresa, que foi publicada no blog da companhia.

A OpenAI, apoiada pela Microsoft, é responsável pelo popular chatbot ChatGPT, que desencadeou uma corrida entre as maiores empresas de tecnologia do mundo para dominar o emergente setor de IA generativa.

Jakub Pachocki será o novo cientista-chefe da empresa, disse a empresa em seu blog. Pachocki já atuou como diretor de pesquisa da OpenAI e liderou o desenvolvimento do GPT-4 e do OpenAI Five.

“Depois de quase uma década, tomei a decisão de deixar a OpenAI”, disse Sutskever em uma publicação no X.

Sutskever afirmou que está trabalhando em um novo projeto “que é muito significativo para mim, sobre o qual compartilharei detalhes no momento certo”.

Sutskever desempenhou um papel importante na dramática demissão e recontratação de Altman em novembro do ano passado. Na época, Sutskever estava no conselho da OpenAI e ajudou a orquestrar a demissão de Altman. Mas dias depois, ele reverteu o rumo, assinando uma carta dos funcionários exigindo o retorno de Altman e expressando arrependimento por sua “participação nas ações do conselho”.

Após o retorno de Altman, Sutskever foi removido do conselho e sua posição na empresa ficou incerta.

Sutskever há muito tempo é um pesquisador proeminente no campo da IA. Antes de fundar a OpenAI, ele trabalhou como pesquisador no Google Brain e foi pesquisador de pós-doutorado em Stanford, de acordo com seu site pessoal.

Ele começou sua carreira trabalhando com Geoffrey Hinton, um dos chamados “padrinhos da IA”.

CNN Brasil

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Pesquisadores criam fone com IA que reproduz uma única voz e cancela ruídos

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Pesquisadores desenvolveram um sistema acoplado a fones de ouvido que permite escolher escutar apenas uma voz em meio a ruídos. Usando inteligência artificial, a ferramenta é capaz de cancelar todos os outros sons do ambiente e reproduzir para o usuário apenas o que o locutor selecionado diz.

Para usar, basta olhar para uma pessoa por três a cinco segundos para o fone registrar a voz e, a partir disso, o sistema fica fixado nela. Depois disso, mesmo que os participantes do diálogo se movam, as falas continuarão a ser reproduzidas.

O projeto intitulado “Target Speech Hearing” (Audição de Fala Alvo) realizado por pesquisadores da Universidade de Washington foi apresentado durante a sequência de conferências na Conference on Human Factors in Computing Systems realizada em Honolulu, no Hawaí, no início de maio.

“Neste projeto desenvolvemos inteligência artificial para modificar a percepção auditiva de qualquer pessoa usando fones de ouvido, de acordo com suas preferências. Com nossos dispositivos, você pode ouvir um único locutor claramente, mesmo que esteja em um ambiente barulhento com muitas outras pessoas falando”, disse Shyam Gollakota, professor da Escola de Ciência da Computação e Engenharia Paul G. Allen da Universidade de Washington e um dos autores do estudo.

Como o software foi produzido com inteligência artificial, ele consegue aprender com o passar do tempo, criando uma base de dados alimentada pelo usuário. Conforme o locutor escolhido fala, mais acurada fica a identificação quando ele entra em foco novamente.

No protótipo foram colocados dois microfones acoplados a um fone de ouvido do modelo headphone. Quando a pessoa do teste começa a falar, o usuário vira para ela e aperta um botão que registra sua voz, som que deve chegar em ambos os lados. É enviado um sinal para o computador que tem o software que aprende os padrões vocais do locutor desejado. Assim, são cancelados os outros sons do ambiente e apenas a voz selecionada é reproduzida no fone.

Para o futuro do projeto, a equipe deseja expandir o sistema para fones de ouvido intra-auriculares e aparelhos auditivos.

Uso de IA pode aumentar salário em 25%, segundo estudo

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China investe mais de US$ 47 bilhões em sua indústria de chips

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A China está dobrando seu plano de dominar as tecnologias avançadas do futuro ao criar seu maior fundo de investimento estatal em semicondutores, com um valor de US$ 47,5 bilhões (cerca de R$ 245 bilhões), de acordo com informações publicadas por uma agência governamental.

O fundo está sendo criado no momento em que os EUA impõem restrições abrangentes à exportação de chips americanos e de tecnologia de chips, em uma tentativa de estrangular as ambições de Pequim.

Com investimentos de seis dos maiores bancos estatais do país, incluindo o ICBC e o China Construction Bank, o fundo ressalta o esforço do líder chinês Xi Jinping para reforçar a posição da China como uma superpotência tecnológica.

Com seu roteiro Made in China 2025, Pequim estabeleceu uma meta para que a China se torne líder global em uma ampla gama de setores, incluindo inteligência artificial (IA), 5G sem fio e computação quântica.

O mais recente veículo de investimento é a terceira fase do Fundo de Investimento do Setor de Circuitos Integrados da China. O “Big Fund”, como é conhecido, foi oficialmente estabelecido em Pequim na sexta-feira (24), de acordo com o National Enterprise Credit Information Publicity System.

A primeira fase foi criada em 2014 com 138,7 bilhões de yuans (US$ 19,2 bilhões). A segunda fase foi estabelecida cinco anos depois, com um capital registrado de 204,1 bilhões de yuans (US$ 28,2 bilhões).

Os investimentos têm o objetivo de elevar o setor de semicondutores do país aos padrões internacionais até 2030 e injetarão dinheiro principalmente na fabricação de chips, design, equipamentos e materiais, disse o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação ao lançar a primeira fase em 2014.

Possíveis obstáculos

O “Grande Fundo” foi atingido por escândalos de corrupção nos últimos anos. Em 2022, o órgão de vigilância antifraude do país lançou uma repressão ao setor de semicondutores, investigando algumas das principais figuras da China em empresas estatais de chips.

Lu Jun, ex-diretor executivo da Sino IC Capital, que administrava o “Big Fund”, foi investigado e indiciado por acusações de suborno em março, de acordo com uma declaração do principal promotor do país.

Esses escândalos não são os únicos obstáculos que podem prejudicar seriamente as ambições de Xi de levar a China a alcançar a autossuficiência tecnológica.

Em outubro de 2022, os EUA revelaram um conjunto abrangente de controles de exportação que proíbe as empresas chinesas de comprar chips avançados e equipamentos de fabricação de chips sem uma licença.

O governo Biden também pressionou seus aliados, incluindo a Holanda e o Japão, a decretarem suas próprias restrições.

Pequim revidou no ano passado, impondo controles de exportação sobre duas matérias-primas estratégicas essenciais para o setor global de fabricação de chips.

O novo fundo de chips não é apenas uma medida defensiva para combater as sanções ocidentais, mas também faz parte das ambições de longa data de Xi de tornar a China um líder global em tecnologia.

No ano passado, a Huawei da China chocou os especialistas do setor ao apresentar um novo smartphone equipado com um processador de 7 nanômetros, fabricado pela Semiconductor Manufacturing International Corporation (SMIC) da China.

Na época do lançamento do telefone da Huawei, os analistas não conseguiam entender como a empresa teria a tecnologia para fabricar esse chip, depois dos grandes esforços dos Estados Unidos para restringir o acesso da China à tecnologia estrangeira.

Em uma reunião com o primeiro-ministro holandês Mark Rutte em março, Xi disse que “nenhuma força pode impedir o desenvolvimento científico e tecnológico da China”.

A Holanda é a sede da ASML, a única fabricante mundial de máquinas de litografia ultravioleta extrema, necessárias para a fabricação de semicondutores avançados. A empresa disse em janeiro que havia sido proibida pelo governo holandês de enviar algumas de suas máquinas de litografia para a China.

CNN Brasil

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USS Harder: destroços de famoso submarino dos EUA na 2ª Guerra Mundial são encontrados

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Os destroços de um dos mais célebres submarinos da Marinha dos EUA na Segunda Guerra Mundial foram encontrados no Mar da China Meridional, oito décadas após sua última patrulha, informou nesta quinta-feira (23) o Comando de História e Patrimônio da Marinha (NHHC).

O USS Harder está a cerca de 900 metros de profundidade na ilha de Luzon, no norte das Filipinas, na posição vertical e intacto, exceto por danos atrás de sua torre de comando causados ​​por uma carga de profundidade (um tipo de arma anti-submarino) japonesa, disse o NHHC em um comunicado à imprensa.

Harder foi perdido em batalha em 24 de agosto de 1944, junto com toda a sua tripulação de 79 submarinistas, durante sua sexta patrulha da guerra, enquanto os EUA tentavam retomar as Filipinas das forças de ocupação japonesas.

“Harder foi perdido no decorrer da vitória. Não devemos esquecer que a vitória tem um preço, assim como a liberdade”, disse o diretor do NHHC, Samuel J. Cox, almirante reformado da Marinha dos EUA, no comunicado de imprensa.

De acordo com a história da Marinha dos EUA, Harder afundou dois navios de escolta japoneses na Península de Bataan em 22 de agosto de 1944 e depois rumou para o norte ao longo da costa de Luzon com outros dois submarinos em busca de mais alvos.

Em uma batalha com o navio de escolta japonês CD-22 na manhã de 24 de agosto, Harder disparou três torpedos que erraram o alvo e mais tarde foi afundado pelo quinto ataque de carga de profundidade do navio japonês, de acordo com registros japoneses citados pelo NHHC.

O NHHC disse que o naufrágio do Harder foi confirmado por dados fornecidos pelo Lost 52 Project, um esforço liderado por Tim Taylor, CEO da Tiburon Subsea, para encontrar os 52 submarinos americanos perdidos na Segunda Guerra Mundial.

O grupo já localizou pelo menos seis submarinos da Segunda Guerra Mundial, disse o NHHC.

“Estamos gratos por Lost 52 nos ter dado a oportunidade de mais uma vez homenagear o valor da tripulação do submarino ‘Hit ‘em Harder’”, disse Cox do NHHC, em referência ao lema do navio.

O NHHC disse que o naufrágio é “o local de descanso final dos marinheiros que deram a vida em defesa da nação e deve ser respeitado por todas as partes como um túmulo de guerra”.

Foto de arquivo da Marinha dos EUA do USS Harder / Comando de História e Patrimônio Naval

As Filipinas eram um território dos EUA atacado pelo Japão logo após o ataque a Pearl Harbor em dezembro de 1941. Na primavera de 1942, as forças dos EUA e das Filipinas em Luzon renderam-se às forças de Tóquio e o Japão usou o arquipélago capturado para proteger as suas linhas de abastecimento das Índias do Leste e Sudeste Asiático.

Mas em meados de 1944, os EUA estavam revertendo os ganhos japoneses no Pacífico e planejavam desembarques para fazer o mesmo nas Filipinas.

Harder, que tinha como lema “Hit ‘em Harder” (“acerte-os com mais força” em português), era capitaneado pelo comandante Samuel Dealey, que receberia postumamente a Medalha de Honra, a mais alta condecoração militar dos EUA, por suas ações na quinta patrulha de Harder, de março a julho de 1944.

Durante esse período, Harder afundou três destróieres japoneses, com outros dois provavelmente destruídos ou fortemente danificados ao longo de apenas quatro dias, de acordo com o Museu Nacional da Medalha de Honra.

A página do museu sobre Dealey descreveu um encontro particularmente angustiante.

Sob ataque de um contratorpedeiro japonês, Dealey ordenou um tiro de torpedo frontal na proa do inimigo que atacava, conhecido como tiro “na garganta”, de acordo com o relato do museu.

“A 1,37 quilômetros, Dealey disparou três torpedos e ordenou que o submarino mergulhasse. Quando o Harder passou aproximadamente 24 metros abaixo do contratorpedeiro, dois dos torpedos atingiram o navio, enviando ondas de choque através do submarino.”

Em suas primeiras quatro patrulhas após o comissionamento em 2 de dezembro de 1942, Harder afundou 14 navios de guerra e navios mercantes japoneses, de acordo com o Museu da Medalha de Honra.

CNN Brasil

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