POLÍTICA

Por unanimidade, Unimed Cuiabá decide expulsar ex-presidente e médica

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Unimed Rubens expulso

 

A Unimed Cuiabá votou pela eliminação do médico e ex-presidente da Cooperativa, Rubens Carlos de Oliveira Júnior, de seu quadro de cooperados. A decisão foi unânime e tomada em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), neste sábado (18.05). 

Além de Rubens, a médica Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma, ex-diretora administrativa-financeira da Cooperativa no período da gestão do ex-presidente, também foi expulsa.

O julgamento de ambos consta no Processo Disciplinar 001/2023 do Conselho de Administração da Cooperativa, que deliberou pela eliminação dos recorrentes, nos termos do art. 16, § 1º e § 3º do Estatuto Social da Unimed Cuiabá e art. 85, parágrafo único do Regimento Interno da Unimed Cuiabá.

De acordo com o presidente da Unimed Cuiabá, Carlos Bouret, a AGE ratificou a sentença proferida pelo Conselho de Administração após meses de trabalho do Conselho Disciplinar Cooperativista.

“A decisão expressa, sem dúvidas, a vontade dos cooperados, que somos os donos da empresa e não queremos os eliminados como nossos sócios. A Unimed Cuiabá tem um papel importantíssimo na saúde suplementar em sua área de atuação. Estamos trabalhando com muita responsabilidade e contando com participação de todos”, definiu. 

Conforme o presidente do Conselho de Administração da Unimed Cuiabá, Aguiar Farina, que conduziu a votação, “todos os ritos foram seguidos à risca e foi decidido por unanimidade pela manutenção da eliminação dos médicos Rubens e Suzana. Foi um processo democrático e legal”, afirmou. 

Rito processual

Conforme o rito da Unimed Cuiabá, inicialmente, uma representação é feita em desfavor dos cooperados, neste caso, Rubens Carlos de Oliveira Júnior e Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma. 

Feita a representação, a mesma é encaminhada para a Comissão Disciplinar Cooperativista, que primeiramente instrui o processo ouvindo as partes, juntando documentos destas partes e ouvindo as testemunhas. E, em segundo momento, emite parecer pela absolvição ou pela condenação dos representados. 

Depois, este parecer da Comissão Disciplinar Cooperativista, é encaminhado para o Conselho de Administração, que vota pela absolvição ou condenação, bem como aplica as penas previstas no estatuto e regimento interno. Como houve recurso pelos representados, o mesmo é julgado pela Assembleia Geral. 

Prejuízo de R$ 400 milhões 

Vale lembrar que a representação em desfavor de Rubens e Suzana foi feita pela atual Diretoria Executiva da Unimed Cuiabá. O documento aponta 13 pontos contra os médicos para a eliminação dos mesmos pela Cooperativa. 

Dentre eles estão, por exemplo, a reprovação das contas do ano fiscal 2022 por Assembleia Geral Ordinária (AGO), a inconsistência no balanço contábil do ano de 2022 e a apresentação do resultado da auditoria independente PP&C Auditores Independentes que apontou um resultado líquido negativo de R$ 400,7 milhões e não um resultado líquido positivo de R$ 371 mil, valor que Rubens afirma ter deixado ao fim de sua gestão.

Fonte: Folhamax

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CPI do Arroz já tem 142 assinaturas; Neri quer por “boca no trombone”

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Na Câmara, é intensa a coleta de assinaturas para ciar a CPI do Arrozão. Até sexta (14), já havia 142 assinaturas apoiando a CPI.

São necessárias ao menos 171. Está na mira a GF Business, empresa que Marcelo Geller, filho do agora ex-secretário de Política Agrícola Neri Geller, criou com Robson França, advogado e ex-assessor do pai.

França também é dono da Foco, corretora que venceu o leilão bilionário. A ideia da dupla era fazer negócios na área de atuação de Neri Geller, o pai secretário.

A GF, da dupla, data de 2023, três meses após a Foco, a dos leilões. A Receita Federal atesta que têm idêntica atividade: comércio de cereais.

A relação das empresas é tão visceral, que até o telefone para contato e o endereço eletrônico são rigorosamente os mesmos. Dado o escândalo da sociedade, nesta sexta (14) a GF Business teve a situação cadastral baixada na Receita.

Ou seja, foi extinta às pressas. Revoltado com a demissão, Neri Geller negocia ida à Comissão de Agricultura antes mesmo da CPI. Quer botar a boca no trombone.

 

Fonte: Folhamax

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“Vamos querer fazer parte de um futuro governo de Botelho ” diz vereador do PP

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“Quem ajuda a ganhar, ajuda a governar ”

Redação do rufandobombonews 

Em entrevista ao jornalista Abdalla Zarur, do site Veja Bem MT, o vereador Demilson Nogueira, do Partido Progressista (PP) em Cuiabá, afirmou que o partido tem a intenção de participar ativamente de uma eventual gestão do deputado estadual Eduardo Botelho, do União Brasil, caso ele vença as eleições para prefeito de Cuiabá.

Segundo Nogueira, o PP está comprometido em colaborar com a administração municipal, utilizando a máxima política: “Quem ajuda a ganhar, ajuda a governar”. O vereador mencionou que a participação do partido na campanha de Botelho é um indicativo claro de sua intenção de contribuir para o governo, caso este seja  “Temos pessoas extremamente qualificadas em nosso partido, prontas para assumir responsabilidades e contribuir para o desenvolvimento de Cuiabá”, declarou o vereador.

 

Fonte: Rufando o Bombo

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TJ nega suspender cobrança de ex-prefeito de Cuiabá por propaganda irregular

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Wilson Santos

 

A desembargadora da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça (TJMT), Helena Maria Bezerra Ramos, negou suspender a cobrança de uma condenação por propaganda irregular contra o ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSD-MT). Atualmente deputado estadual na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Santos pede um abatimento de R$ 776,1 mil na penalidade – fazendo com que o valor a ser devolvido aos cofres públicos, segundo ele, seja de R$ 316,1 mil.

A decisão da desembargadora é do último dia 5 de junho. Nos autos, Wilson Santos tenta provar a ocorrência de uma suposta compensação de valores pagos, por outras empresas, que justificam a redução de R$ 776,1 mil no débito.

Conforme os autos, entre os anos de 2005 e 2008, na condição de prefeito de Cuiabá, Wilson Santos firmou convênios com empresas para a realização de propagandas em espaços públicos municipais sem licitação – o que teria acarretado danos ao erário.

“Apesar de reconhecida em sede de julgamento do recurso de apelação a existência de dação em pagamento ao Município de Cuiabá de valores devidos e contraprestados por algumas empresas e do laudo pericial indicar que o montante corresponderia à R$ 776.121,77 entende que a compensação de créditos é medida imperiosa, sob pena de locupletamento ilícito por parte do Município de Cuiabá”, defende o ex-prefeito.

Em sua análise, entretanto, a desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos explicou que a compensação não poderia ser estabelecida, a princípio, tendo em vista que os contratos de propaganda entre prefeitura e empresas são distintos.

“Inobstante tenha sido determinada a apuração dos valores a serem ressarcidos ao erário por meio de liquidação de sentença, restou expressamente consignado que, não haverá abatimento ou compensação dos valores recebidos a maior de um termo de parceria com outro, por se tratar de relações jurídicas independentes”, analisou a desembargadora.

Apesar da negativa de suspensão da cobrança, o pedido de Wilson Santos pelo abatimento dos R$ 776,1 mil ainda será analisado no mérito. O Ministério Público do Estado (MPMT) aponta que o valor atualizado do débito seria, na verdade, de R$ 10 milhões.

Fonte: Folhamax

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