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Ministro terá que explicar importação de arroz

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (5) a participação dos ministros Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária) e Paulo Pimenta (Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul). Os requerimentos pedindo a convocação dos ministros foram protocolados nesta terça-feira (4) pelo deputado federal José Medeiros (PL-MT) sem nenhuma manifestação contrária.

A pedido do deputado federal de Mato Grosso, os ministros terão que prestar esclarecimentos sobre as medidas adotadas pelo Governo Federal de investir mais de R$ 7 bilhões na importação de arroz de baixa qualidade e prejudicial à produção nacional. Além disso, os ministros terão que explicar, segundo Medeiros, a necessidade do governo em distribuir, ensacar e vender esse arroz. “Conseguimos aprovar o convite aos ministros, que devem prestar esclarecimentos na Comissão de Agricultura nos próximos dias. A importância do tema fez com que a comissão aprovasse com urgência os requerimentos e sem posição contrária. É necessário apurar a necessidade desse programa de importação de arroz e os prejuízos que pode causar aos produtores brasileiros e ao consumidor. Além disso, as medidas controversas do governo podem dar margem à corrupção, desvios, favorecimentos pessoais e tantos outros ilícitos penais e administrativos”, frisou José Medeiros, que é membro titular da Comissão de Agricultura.

De acordo com Medeiros, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) já informou que 85% da safra de arroz plantada no Rio Grande do Sul já havia sido colhida antes das chuvas, portanto não existem riscos de desabastecimento de arroz no país. A CNA informou que dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) mostram que a safra gaúcha de 2023/2024 atingiu aproximadamente 7,1 milhões de toneladas de arroz, um volume semelhante ao colhido no estado na safra anterior de 2022/2023, que foi de 7,239 milhões de toneladas. A CNA entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do governo Lula de importar o grão sem necessidade comprovada.

“Diante dos dados apresentados pelo setor produtivo, o Governo Federal precisa que explicar para Câmara dos Deputados essa medida e seus impactos. É preciso transparência e fiscalização para que essa medida não se transforme em mais um escândalo do governo petista”, concluiu Medeiros.

Fonte: Folhamax

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Republicanos veta Wellaton e exige médico na vice de Botelho

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A vereadora Maysa Leão (Republicanos) retirou seu nome para compor como vice na chapa do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (UB) à prefeitura de Cuiabá neste ano. Ela avalia que o partido possui outros bons nomes como o do médico Marcelo Sandrin, principalmente para ajudar no estado caótico em que a Saúde pública se encontra.

Disse ainda, que a sigla está dividida em lançar ou não o nome do deputado Diego Guimarães (Republicanos) ao palácio Alencastro. “Essa possibilidade de ser vice foi retirada porque eu preciso focar na minha pré-campanha de vereadora e o nosso nome é Marcelo Sandrin. Temos a tenente-coronel Hadassa, mas a diferença é que ele é um nome mais forte pelo fato de Cuiabá ter um grande problema na Saúde e a gente sabe que pela experiência dele com o SUS. Seria um nome para compor e ajudar na principal dor de Cuiabá”, explicou à imprensa nesta terça-feira (17).

Na última semana, o deputado Diego Guimarães e o vereador Eduardo Magalhães “ameaçaram” deixar o arco de alianças de Botelho e lançar um candidato próprio caso ele escolhesse o ex-secretário adjunto de Turismo, Fellipe Wellaton, para vaga. Wellaton teria deixado o Republicanos e migrado para o PRD sem “dar satisfação” a nenhuma liderança.

A posição de Wellaton gerou revolta dos, agora, ex-correligionários. “Ontem, na reunião isso foi um acordo tácito (verbal). O Wellaton estava no Republicanos. Se ele fosse um vice nosso,teria 100% do nosso apoio. É um amigo pessoal meu, mas a gente tem que entender que um partido que não tem chapa e nem tempo de televisão e só um homem não condiz com o que entendemos de política que é grupo”, alfinetou.

Diante desse cenário, a hipótese de ter candidatura própria, segundo Maysa Leão, é estudada. “Muitos querem continuar com Botelho e alguns querem chancelar a candidatura do deputado Diego Guimarães. A gente vai chegar num denominador comum porque está empatado e o presidente Eduardo Magalhães deixou claro que a decisão será da chapa e não de líder partidário”, afirmou. 

Fonte: Folhamax

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Maysa Leão descarta ser vice de Botelho, médico entra na disputa pela vaga

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2024 é agora

Redação do rufandobombonews 

Uma reviravolta ocorreu no Partido Republicanos em Cuiabá em relação às eleições de 2024. Em uma entrevista concedida à imprensa nesta manhã, a vereadora Maysa Leão anunciou que retirou seu nome da disputa pelo cargo de vice na chapa do candidato a prefeito Eduardo Botelho, do União Brasil. Até então, Maysa  tinha  apoio para sua indicação como vice, especialmente porque Botelho vem sinalizando  que a vice será uma mulher. No entanto, uma reunião no Diretório Municipal dos Republicanos decidiu retirar Maysa dessa corrida, permitindo que ela concentre seus esforços em seu projeto de reeleição como vereadora da capital.Com a saída de  Leão, o nome que agora ganha força dentro dos Republicanos para ocupar o cargo de vice na chapa de Botelho é o do médico Marcelo Sandrin. Marcelo Sandrin é conhecido em Cuiabá por seu trabalho como um dos sócios do hospital Maternidade Santa Helena e por sua atuação na área de saúde. Ele tem colaborado há algum tempo na elaboração de um plano de governo focado na saúde para a campanha de Eduardo Botelho.

 

Fonte: Rufando o Bombo

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Lula: BC deveria ser autônomo, mas sofre interferências políticas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (18) a forma como o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, tem conduzido as políticas da instituição. Em entrevista à Rádio CBN, ele disse que a aproximação do presidente do banco com a oposição levanta suspeitas, chegando a admitir que, provavelmente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, exerça influência maior no BC do que o próprio governo.

“Nós só temos uma coisa desajustada no Brasil neste instante. É o comportamento do Banco Central. Temos um presidente do BC que não demonstra nenhuma capacidade de autonomia e que tem um claro lado político. Na minha opinião, ele trabalha muito mais para prejudicar do que para ajudar o país”, afirmou o presidente.

Lula afirmou que é um dos chefes de Estado com mais experiência em toda a história do país. E citou sua escolha pelo economista Henrique Meirelles, que esteve à frente do BC de 2003 a 2011. “Eu duvido que esse Roberto Campos tenha mais autonomia do que tinha o Meirelles”, afirmou o presidente, ao criticar a aproximação de Campos com o governador de São Paulo.

“Sinceramente, acho que o Tarcísio de Freitas tem mais influência [com o Roberto Campos] do que eu”, disse Lula ao se referir ao pedido do presidente do BC para integrar a equipe econômica do governador de São Paulo durante evento na capital paulista.

“Não é que ele se encontrou com Tarcísio numa festa. A festa foi do Tarcísio para ele [Roberto Campos]. Foi uma homenagem que o governo de São Paulo fez para ele. Certamente porque o governador está achando maravilhosa a taxa de juro em 10,5%”, completou.

Segundo ele, não há nenhuma explicação que justifique a taxa de juro atual, e isso é percebido até mesmo por autoridades estrangeiras, inclusive financeiras. “Tenho viajado o mundo e tenho conversado com muitos presidentes. Recebi presidentes do FMI [Fundo Monetário Internacional]; de bancos asiáticos; do Citibank; do Santander. Todos os bancos demonstram que não há país com mais otimismo do que o Brasil. Prova disso é que fomos o segundo país a receber mais investimento externo”.

“Portanto, temos uma situação que não necessita desta taxa de juros. O Brasil não pode continuar com essa taxa proibitiva de investimento no setor produtivo. Precisamos baixá-la para um nível compatível com a inflação, que está totalmente controlada. Só que agora ficam inventando o discurso de inflação do futuro. Vamos trabalhar em cima do que é real”.

Para o presidente, juros altos não condizem com o contexto de baixa inflação, promovidos por um Banco Central que deveria ser autônomo, mas sofre interferências políticas da oposição.

Taxações e desonerações

Lula também apontou o que chamou de contradições que retratam o cenário atual do país. Ele disse que os que hoje criticam gastos do governo são os mesmos que defenderam desonerações de setores com altos lucros.Na entrevista, Lula afirmou que legisladores se mobilizam para taxar pequenas importações, geralmente feitas por pobres, sem cogitar fazer o mesmo com os ricos. Sua fala foi uma referência à proposta de taxação, aprovada recentemente no Congresso, de compras de até US$ 50 feitas pela internet, e a não taxação de compras de até US$ 2 mil de quem viaja para o exterior.

“O que está acontecendo hoje é que as mesmas pessoas que falam que é preciso parar de gastar são as que têm R$ 546 bilhões de isenções e de exoneração de folha de pagamento. Ou seja, são os ricos que se apoderam de uma parte do orçamento do país e se queixam daquilo que você está gastando com o povo pobre”, observou.

O presidente se disse disposto a discutir “de forma séria” o orçamento com parlamentares, empresários, banqueiros e com a imprensa, mas garantiu que a solução não será “em cima das pessoas mais humildes deste país”.

“Acabamos de aprovar uma desoneração para 17 setores da indústria brasileira, e qual foi a contrapartida deles para o trabalhador? Qual é a estabilidade no emprego que eles garantiram? Qual foi o aumento do salário que asseguraram? Nenhum. Tudo foi apenas para isentar da carga fiscal. Não teve nenhum compromisso com o povo trabalhador. O compromisso que se teve foi apenas o de aumentar o lucro”, argumentou o presidente.

Ele lembrou que a Previdência Social é destino de quase R$ 1 trilhão, valor que ficará ainda maior com as novas aposentadorias. “Mas o que, de fato, é muito é você ter quase R$ 600 bilhões em isenções e desonerações”, acrescentou.

Lula afirmou que, nas conversas que vem tendo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou-se à conclusão de que caberá aos empresários beneficiados e ao Senado a busca por uma solução. “Já há uma decisão da suprema corte, de que, daqui a uns dias, a desoneração vai cair e vai morrer. Aí não vai existir mais e a única possibilidade será a de se chegar a um acordo. Portanto, se não tiver a proposta, cai a desoneração. Espero que eles sejam maduros o suficiente e cheguem a um acordo”, completou.

Reeleição

Perguntado sobre uma possível candidatura à reeleição, Lula disse que, por enquanto, não quer discutir o assunto, uma vez que cumpriu menos da metade do mandato e que há “muita gente boa” para se candidatar ao cargo.

Ele, no entanto, acenou com a possibilidade, caso seja a única alternativa “para evitar que os trogloditas que governaram esse país voltem governar”, mas que esta não é a primeira hipótese.

“Vamos ter que pensar muito porque tenho responsabilidade para com o Brasil. O fato é que não vou permitir que esse país volte a ser governado por um fascista negacionista”.

Via: Agência Brasil

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