POLÍTICA

Emanuel revela desejo de ‘selar a paz” com Mauro

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Chico Ferreira

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Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que seu desejo era ter uma boa relação com o governador Mauro Mendes (União) para que pudesse discutir melhor as demandas da capital. O prefeito disse que apenas reage aos ataques e que já tentou uma reunião com Mauro, mas o pedido não foi atendido. 

“A briga do governador comigo, eu só reajo, eu não pedi publicamente uma audiência para ele? Para tratar da saúde da capital, onde eu provei que só em um dia 75% dos pacientes que estavam no HCM eram do interior e 25% de Cuiabá […]. Eu pedi uma audiência a ele, falou que eu tinha que pedir por escrito, oficialmente, eu pedi oficialmente, ele não quis dar”, disse Emanuel em entrevista ao programa A Notícia de Frente, da TV Vila Real na manhã desta segunda-feira (10). 

A relação entre Mendes e Pinheiro se rompeu após a inauguração do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), em 2019. Na ocasião Mauro entregou uma planilha ao prefeito para provar que, durante a gestão dele, as obras do HMC não ficaram paradas. 

Na época a “rivalidade” entre os dois não estava tão intensa e o próprio governador lembrou que foi aliado de Emanuel nas eleições de 2008 e 2012. Na entrevista desta segunda-feira (10) o prefeito também citou este período e afirmou que agora Mauro está com uma “visão mesquinha”. 

“Eu queria estar numa boa com ele. Pedro Taques, que foi meu adversário pior do que ele que foi meu aliado um dia, Pedro Taques foi duas vezes como governador do Estado no meu gabinete na Prefeitura de Cuiabá para discutir demandas da nossa capital, porque tinha compromisso com Cuiabá, não tinha essa visão turva, pequena, mesquinha, de prejudicar o povo para atingir o adversário político”, afirmou. 

Emanuel disse que deveria existir uma relação institucional e respeitosa entre as duas autoridades no estado, mas reforçou que apenas reage quando Mauro “prejudica Cuiabá”. 

“Com tudo isso que ele fala de mim, com todos os absurdos, as agressões, a baixaria que ele se refere ao prefeito da capital, por Cuiabá e pela população cuiabana se ele me chamar um dia, amanhã eu vou, hoje a tarde eu vou, eu nunca disse o contrário. Nunca o ofendi moralmente, nunca o ataquei moralmente, eu ataco e critico quando ele mexe com Cuiabá, quando ele persegue Cuiabá, quando ele prejudica Cuiabá para atender, para atingir um adversário político, o inimigo que ele me considera”, explicou.

Fonte: Folhamax

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CPI do Arroz já tem 142 assinaturas; Neri quer por “boca no trombone”

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Na Câmara, é intensa a coleta de assinaturas para ciar a CPI do Arrozão. Até sexta (14), já havia 142 assinaturas apoiando a CPI.

São necessárias ao menos 171. Está na mira a GF Business, empresa que Marcelo Geller, filho do agora ex-secretário de Política Agrícola Neri Geller, criou com Robson França, advogado e ex-assessor do pai.

França também é dono da Foco, corretora que venceu o leilão bilionário. A ideia da dupla era fazer negócios na área de atuação de Neri Geller, o pai secretário.

A GF, da dupla, data de 2023, três meses após a Foco, a dos leilões. A Receita Federal atesta que têm idêntica atividade: comércio de cereais.

A relação das empresas é tão visceral, que até o telefone para contato e o endereço eletrônico são rigorosamente os mesmos. Dado o escândalo da sociedade, nesta sexta (14) a GF Business teve a situação cadastral baixada na Receita.

Ou seja, foi extinta às pressas. Revoltado com a demissão, Neri Geller negocia ida à Comissão de Agricultura antes mesmo da CPI. Quer botar a boca no trombone.

 

Fonte: Folhamax

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POLÍTICA

“Vamos querer fazer parte de um futuro governo de Botelho ” diz vereador do PP

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“Quem ajuda a ganhar, ajuda a governar ”

Redação do rufandobombonews 

Em entrevista ao jornalista Abdalla Zarur, do site Veja Bem MT, o vereador Demilson Nogueira, do Partido Progressista (PP) em Cuiabá, afirmou que o partido tem a intenção de participar ativamente de uma eventual gestão do deputado estadual Eduardo Botelho, do União Brasil, caso ele vença as eleições para prefeito de Cuiabá.

Segundo Nogueira, o PP está comprometido em colaborar com a administração municipal, utilizando a máxima política: “Quem ajuda a ganhar, ajuda a governar”. O vereador mencionou que a participação do partido na campanha de Botelho é um indicativo claro de sua intenção de contribuir para o governo, caso este seja  “Temos pessoas extremamente qualificadas em nosso partido, prontas para assumir responsabilidades e contribuir para o desenvolvimento de Cuiabá”, declarou o vereador.

 

Fonte: Rufando o Bombo

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TJ nega suspender cobrança de ex-prefeito de Cuiabá por propaganda irregular

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Wilson Santos

 

A desembargadora da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça (TJMT), Helena Maria Bezerra Ramos, negou suspender a cobrança de uma condenação por propaganda irregular contra o ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSD-MT). Atualmente deputado estadual na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Santos pede um abatimento de R$ 776,1 mil na penalidade – fazendo com que o valor a ser devolvido aos cofres públicos, segundo ele, seja de R$ 316,1 mil.

A decisão da desembargadora é do último dia 5 de junho. Nos autos, Wilson Santos tenta provar a ocorrência de uma suposta compensação de valores pagos, por outras empresas, que justificam a redução de R$ 776,1 mil no débito.

Conforme os autos, entre os anos de 2005 e 2008, na condição de prefeito de Cuiabá, Wilson Santos firmou convênios com empresas para a realização de propagandas em espaços públicos municipais sem licitação – o que teria acarretado danos ao erário.

“Apesar de reconhecida em sede de julgamento do recurso de apelação a existência de dação em pagamento ao Município de Cuiabá de valores devidos e contraprestados por algumas empresas e do laudo pericial indicar que o montante corresponderia à R$ 776.121,77 entende que a compensação de créditos é medida imperiosa, sob pena de locupletamento ilícito por parte do Município de Cuiabá”, defende o ex-prefeito.

Em sua análise, entretanto, a desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos explicou que a compensação não poderia ser estabelecida, a princípio, tendo em vista que os contratos de propaganda entre prefeitura e empresas são distintos.

“Inobstante tenha sido determinada a apuração dos valores a serem ressarcidos ao erário por meio de liquidação de sentença, restou expressamente consignado que, não haverá abatimento ou compensação dos valores recebidos a maior de um termo de parceria com outro, por se tratar de relações jurídicas independentes”, analisou a desembargadora.

Apesar da negativa de suspensão da cobrança, o pedido de Wilson Santos pelo abatimento dos R$ 776,1 mil ainda será analisado no mérito. O Ministério Público do Estado (MPMT) aponta que o valor atualizado do débito seria, na verdade, de R$ 10 milhões.

Fonte: Folhamax

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