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Roveri Rebate Prefeito: “Melhor Ser Anônimo que Conhecido pelo Paletó”

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Toma lá dá cá

Redação do rufandobombonews 

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, comentou sobre a Operação Ragnatela que desmantelou uma quadrilha envolvida com uma organização criminosa. A operação resultou na prisão de agentes públicos do município e da Câmara Municipal, além de envolver o vereador Paulo Henrique, que teve mandados de busca e apreensão em sua residência e gabinete.

Acusações e Críticas

Durante suas declarações, o prefeito Emanuel Pinheiro criticou o governo do estado, atribuindo a situação à falta de investimentos em segurança pública. “Isso é reflexo da falta de investimento em segurança pública aqui no estado,” afirmou Pinheiro, jogando a responsabilidade para a administração do governador Mauro Mendes.

Elogios e Desconhecimento

Pinheiro também comentou sobre o comando da Polícia Militar. Ele elogiou o coronel Mendes, descrevendo-o como um “homem de garra” e “corajoso.” No entanto, o prefeito expressou desconhecimento em relação ao secretário de Segurança Pública, dizendo: “Sobre o secretário Roveri, que é militar, eu não conheço e nem sei o nome dele.”

A resposta do secretário veio à altura. Roveri disse que prefere ser um “anônimo do que ser conhecido por paletó”, referência ao vídeo que ganhou visibilidade nacional em agosto de 2017, quando Pinheiro foi exposto para todo o Brasil mostrando recebendo maços de dinheiro, supostamente de propina, e guardando no bolso. A filmagem o projetou nacionalmente como um político “símbolo da corrupção”.

“Não tenho nada a comentar com relação ao prefeito e até prefiro assim. É melhor você ser um anônimo do que ser um famoso pelo paletó, não gostaria de ser conhecido dessa forma. Ele falou muita besteira, desconhece sobre Segurança Pública. Ele mal cuida das ruas de Cuiabá, esse final de semana quase arrebentei a roda do meu carro porque estourei em um buraco”, disparou.

 

Fonte: Rufando o Bombo

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Prefeito insiste no STJ para trancar inquérito e sofre nova derrota

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Toni-dubiella-STJ

 

A ministra Daniela Teixeira, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou um habeas corpus proposto pela defesa do prefeito de Feliz Natal, José Antônio Dubiella (MDB), o Toni Dubiella, que tenta anular provas contra ele, em um inquérito derivado da Operação Desbaste, deflagrada em setembro de 2023 pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco). De acordo com o gestor municipal, o material foi apreendido de forma irregular, tendo em vista que estariam em uma residência que não era alvo de mandados de busca e apreensão, durante uma operação policial. 

As investigações revelaram que Toni Dubiella, juntamente com o prefeito Altamir Kurten (PSDB), do município de Cláudia, era responsável por cooptar fazendeiros das regiões para integrar um esquema de fraude de licenciamentos ambientais e sistemas de controle ambiental (CC-Sema, Sisflora e Simlam). A força-tarefa ambiental do Gaeco deflagrou a operação para desarticular um esquema de corrupção na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema-MT), que teria desviado R$ 67 milhões.

No recurso, o prefeito afirmou que está sofrendo um grave constrangimento ilegal, tendo em vista que é alvo de uma investigação há quatro anos, mas que somente em 2023, quando já estava no cargo, foi deferida a medida cautelar, sem qualquer incidência de fato novo ou contemporâneo que justificasse a sua aplicação. Ele também destacou que um dos mandados de busca e apreensão da Operação Desbaste, foi cumprido na residência de sua namorada à época, a qual sequer constava do rol de investigados, e localizada em endereço distinto do constante do ato.

Por conta disso, ele pedia a anulação de todas as provas apreendidas na ocasião, além do trancamento do inquérito policial, com o consequente desentranhamento do material recolhido. Em fevereiro, o ministro Og Fernandes, também do STJ, negou a solicitação, destacando o entendimento do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), de que o mandado foi cumprido em um imóvel do prefeito.

Em sua decisão, a ministra Daniela Teixeira apontou que a decisão não merece reparo, pois devidamente fundamentada, não se constatando, de plano, qualquer constrangimento ilegal. Ela também refutou a tese de nulidade das provas, mantendo o entendimento de seu colega de Corte, negando assim a apelação.

“É dizer, quanto à alegada nulidade das provas, verifica-se, que o Tribunal de origem apresentou adequada fundamentação, de modo que, efetivamente, não se vislumbra os requisitos para a concessão da medida liminar. Nesse sentido, mantenho a decisão que indeferiu a liminar. A fim de analisar o mérito do presente writ e, pois, realizar um exame aprofundado da matéria, determino, mais uma vez, sejam os autos encaminhados com vista ao Ministério Público Federal, para parecer”, diz a decisão. Em fevereiro deste ano, Toni Dubiella teve um habeas corpus negado pelo ministro Og Fernandes, também do STJ.

Preso em 2017

José Antônio Dubiella já foi preso e investigado em outra ação por suposta prática de irregularidades envolvendo o meio ambiente. A prisão ocorreu em 16 de outubro de 2017 por porte ilegal de arma de fogo e crime ambiental. Na época, a prisão foi executada pela Polícia Civil durante cumprimento de mandado de busca e apreensão em uma madeireira da cidade que seria dirigida por Dubiella.

Na data, ele era ex-prefeito e foi preso após os policiais localizarem uma espingarda calibre 22 e carne de veado e paca dentro do congelador da madeireira. Cinco anos depois, em maio de 2023, Dubiella foi alvo da Operação Ronuro deflagrada pela Polícia Civil contra extração e desmatamento ilegal de madeira na região norte de Mato Grosso.

Fonte: Folhamax

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AL homenageia Inteligência da Sesp-MT

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AL homenageia Inteligência da Sesp-MT

Fonte: Folhamax

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VG recebe R$ 500 milhões em obras

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“Estou fazendo o maior investimento já visto em saneamento buscando resolver o que era um problema crônico e que hoje é pontual em Várzea Grande. Nunca fugi deste debate, sempre fui muito cobrado e priorizei os investimentos em saneamento.”, afirmou o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB) em entrevista nesta segunda-feira (17).

Em conversa no Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, o emedebista afirmou que a melhoria na captação, tratamento e distribuição da água é resultado de um investimento sem precedentes na história da cidade, na gestão do saneamento básico.  São cerca de R$ 500 milhões, entre recursos próprios, convênios, emendas e financiamentos.

O que resultará em um novo cenário, de uma cidade que sofria com problema crônico de falta de água e crescia com menos de um terço do esgoto coletado e tratado. Para água produzida com capacidade para atender a toda zona urbana e mais de 60% do esgoto coletado. 

O prefeito Kalil Baracat lembrou na entrevista que já entregou duas Estações de Tratamento de Água (ETA), está finalizando uma terceira unidade, e em julho colocar em funcionamento um reator, da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), também em construção, que vai elevar de 30% para mais de 60% o percentual de coleta da cidade. E segue uma nova etapa de investimentos com ampliação e recuperação da rede de distribuição para a universalização da água.

“Prova dessa atenção total que essa gestão deu foi a redução da intermitência no abastecimento que já chegou a dez, oito dias. Agora chega a dois dias, dia sim, dia não, e tem regiões que têm água quase todos os dias.   Melhorou e melhorou muito. E essa evolução existe tanto na produção quanto na distribuição da água”, afirmou o prefeito emedebista em entrevista nesta manhã (17). 

 

Fonte: Folhamax

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