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Câmara do Rio cassa medalhas concedidas aos irmãos Brazão

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Por 20 votos favoráveis e seis abstenções, a Câmara de Vereadores do Rio cassou as medalhas Pedro Ernesto, uma das principais condecorações no estado, concedidas ao conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Domingos Brazão, e ao deputado federal, Chiquinho Brazão, sem partido. Essa foi a sétima votação.

Os irmãos estão presos preventivamente, acusados de serem os mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, numa emboscada na região central da cidade.

Os requerimentos para a cassação das medalhas foram apresentados pela vereadora Monica Benicio (Psol), viúva de Marielle. 

“Essa não é uma vitória pouco importante, porque quando eu comecei o pedido achei que ia ser uma ação simbólica, fazer o pedido de revogação de medalhas”, disse a vereadora. “Como essa Câmara hoje é comprometida com esse poder que não é mais paralelo, que é a expressão da milícia, mas que está entranhado na política. Derrotar isso é também fazer justiça por Marielle”, acrescentou.

STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou nesta terça-feira (11) para julgamento a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os irmãos Brazão e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa por envolvimento no assassinato da vereadora.

O caso será julgado pela Primeira Turma do Supremo. A data ainda não foi divulgada.

De acordo com a procuradoria, o assassinato ocorreu a mando dos irmãos Brazão e motivado para proteger interesses econômicos de milícias e desencorajar atos de oposição política de Marielle, filiada ao PSol. A base da acusação é a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso da execução dos homicídios.

Via: Agência Brasil

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AL homenageia Inteligência da Sesp-MT

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AL homenageia Inteligência da Sesp-MT

Fonte: Folhamax

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VG recebe R$ 500 milhões em obras

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“Estou fazendo o maior investimento já visto em saneamento buscando resolver o que era um problema crônico e que hoje é pontual em Várzea Grande. Nunca fugi deste debate, sempre fui muito cobrado e priorizei os investimentos em saneamento.”, afirmou o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB) em entrevista nesta segunda-feira (17).

Em conversa no Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, o emedebista afirmou que a melhoria na captação, tratamento e distribuição da água é resultado de um investimento sem precedentes na história da cidade, na gestão do saneamento básico.  São cerca de R$ 500 milhões, entre recursos próprios, convênios, emendas e financiamentos.

O que resultará em um novo cenário, de uma cidade que sofria com problema crônico de falta de água e crescia com menos de um terço do esgoto coletado e tratado. Para água produzida com capacidade para atender a toda zona urbana e mais de 60% do esgoto coletado. 

O prefeito Kalil Baracat lembrou na entrevista que já entregou duas Estações de Tratamento de Água (ETA), está finalizando uma terceira unidade, e em julho colocar em funcionamento um reator, da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), também em construção, que vai elevar de 30% para mais de 60% o percentual de coleta da cidade. E segue uma nova etapa de investimentos com ampliação e recuperação da rede de distribuição para a universalização da água.

“Prova dessa atenção total que essa gestão deu foi a redução da intermitência no abastecimento que já chegou a dez, oito dias. Agora chega a dois dias, dia sim, dia não, e tem regiões que têm água quase todos os dias.   Melhorou e melhorou muito. E essa evolução existe tanto na produção quanto na distribuição da água”, afirmou o prefeito emedebista em entrevista nesta manhã (17). 

 

Fonte: Folhamax

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Ex-prefeito denuncia “afilhado de Pátio” ao TRE por fake news

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A juíza Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni, da 46ª Zona Eleitoral de Rondonópolis, julgou improcedente nesta segunda-feira uma representação por propaganda eleitoral negativa antecipada com desinformação feita pela Comissão Provisória do Republicanos na cidade. A ação havia sido proposta após falas do diretor-geral do Serviço de Saneamento (Sanear) do município, Paulo José Correia (PSB), que é pré-candidato a prefeito, contra o ex-deputado federal e ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (Republicanos).

O partido de Sachetti, que é cotado para ser vice na chapa em que o deputado estadual Thiago Silva (MDB) disputará a cidade, acusava o diretor da Sanear de tentar imputar a ele a responsabilidade pela demolição da residência de uma líder de bairro, conhecida com Dona Carmem, em 2008. A mulher é atualmente presidente do Residencial Dom Osório, em Rondonópolis, e Paulo José Correia afirmou que foi seu grupo político foi quem reconstruiu a casa da moradora.

A fala de Paulo José Correia, que é apoiado pelo atual prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (PSB), se deu em um vídeo, onde ele comenta com uma outra pessoa a aliança formada entre Adilton Sachetti e o deputado estadual Thiago Silva. Nela, o diretor da Sanear acusa o ex-deputado federal de determinar a demolição da casa de “Dona Carmem”.

“Nós ganhamos a eleição da Adilton Sachetti, porque ele estava derrubando a casa da Dona Carmem, que hoje é presidente do Dom Osório. Ele mandou uma patrola ir lá e derrubar. Nós ganhamos a eleição, fomos lá e construímos a casa da Dona Carmem e hoje ela é presidente do dom Osório. Assim que nós trabalhamos”, afirmou Paulo José Correia, no vídeo.

De acordo com a defesa de Sachetti, a imputação se configura como calúnia em contexto eleitoral, afirmando que o apontamento é sabidamente falso. Na notícia-crime, o ex-deputado federal apontou que se a acusação fosse verdadeira, “a imprensa local e estadual estaria recheada de matérias”, assim como existiriam processos judiciais tratando sobre o tema, o que não existe.

Na decisão, a magistrada apontou que após a análise do conteúdo da gravação, verificou-se que não houve, em qualquer momento, pedido explícito de voto. Também não ficou comprovado que as pessoas que se encontravam naquela reunião seriam “potenciais apoiadores e cabos eleitorais”.

A magistrada ressaltou ainda que sequer era possível aferir a quantidade de pessoas presentes no local, apenas com a visualização do vídeo juntado aos autos. A juíza destacou que também não ficou comprovado que o conteúdo tenha maculado a igualdade de oportunidade entre os candidatos, aparentemente destinando-se apenas àquelas pessoas que se encontravam em aparente reunião privada, alcançada, nesta medida, pelo exercício da liberdade de expressão.

“Destarte, no caso em exame, verifico que não restou caracterizada a propaganda eleitoral extemporânea, devendo prevalecer a liberdade de expressão e opinião. As críticas a adversários políticos, mesmo que veementes, fazem parte do jogo democrático, de modo que a intervenção da Justiça Eleitoral, nesse ponto, somente deve ocorrer em caráter excepcional. À luz dos fatos e fundamentos acima delineados, julgo improcedentes os pedidos formulados na presente representação”, diz a decisão.

Fonte: Folhamax

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