Política
Medeiros: Pátio fez a pior gestão da história de Rondonópolis
O deputado federal José Medeiros (PL) classificou a gestão do prefeito José Carlos do Pátio (PSB) como a pior da história de Rondonópolis por promover uma “gastança constante” sem resultados.

Com certeza é a pior gestão que Rondonópolis já teve. O Zé ‘maquia’ a gestão: faz praças na cidade, mas a Saúde é um caos
Segundo o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (SICONFI), o município totaliza R$ 1 bilhão de obrigações a pagar a médio e longo prazo.
Medeiros afirmou que, devido à má administração, o montante pode aumentar e deixar a Prefeitura sem recursos para a gestão do próximo prefeito.
“A gastança é constante e os resultados são poucos. A cidade está mal cuidada. Hoje a gestão de Rondonópolis espanta empresas, empregos e gasta demais. O Pátio está acabando com a cidade. O próximo prefeito terá que andar ‘no fio da navalha’ para compatibilizar os custos da administração, porque vai ficar sem recursos para tocar a cidade”, disse.
“Com certeza é a pior gestão que Rondonópolis já teve. O Zé ‘maquia’ a gestão: faz praças na cidade, mas a Saúde é um caos. Ele tentou fechar a Santa Casa, que é o único hospital que funciona cidade”, acrescentou.
Além disso, o deputado federal disse que Pátio faz uma gestão centralizada por não dar autonomia aos secretários municipais.
“Quando se trata de Zé do Pátio, não existe pasta. O secretário de todas as pastas é o Zé do Pátio. Ele centraliza tudo. Os secretários não têm autonomia, então o desfalque é do Pátio, porque é dali que saem as decisões. Ele não delega nada para ninguém”, afirmou.
Pedido de empréstimo
Pátio tentou viabilizar um empréstimo de R$ 300 milhões com o Banco do Brasil, mas o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) exigiu que ele apresentasse em cinco dias um relatório técnico com a finalidade da solicitação.
Medeiros considerou que o empréstimo pode se tornar mais uma dívida no orçamento municipal.
“Hoje o TCE está debruçado sobre um novo gasto. O prefeito quer um empréstimo entorno de R$ 300 milhões no apagar das luzes do mandato dele. Além desse R$ 1 bilhão, ele quer deixar mais um rastro de R$ 300 milhões”, completou.
Nesta semana, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Guilherme Antonio Maluf, deu prazo de cinco dias para Pátio explicar a operação.
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