Agricultura
Mesmo sem grandes movimentos, preços da soja sobem nesta quarta-feira; saiba onde
O mercado brasileiro de soja não teve grandes movimentos nesta quarta-feira. Os preços operaram de forma mista, com Chicago e o dólar em direções opostas, enquanto os prêmios ficaram entre estáveis e levemente mais fracos. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, apesar dos preços atuais ainda serem considerados atrativos, o spread pedido pelo vendedor aumentou.
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“O produtor, atento ao conflito comercial, tem adotado uma postura mais cautelosa. Após ter aproveitado boas oportunidades de venda nas últimas semanas, agora prefere segurar esperando preços mais firmes”, aponta.
Preços da soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): estabilizou em R$ 132,00
- Santa Rosa (RS): estabilizou em R$ 133,00
- Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 139,50 para R$ 138,00
- Cascavel (PR): estabilizou em R$ 131,00
- Porto de Paranaguá (PR): estabilizou em R$ 137,00
- Rondonópolis (MT): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 122,00 para R$ 123,00
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em leve alta. A queda do dólar frente a outras moedas – dando competitividade aos produtos de exportação dos Estados Unidos, sinais de que a China estaria pronta para negociar tarifas com o governo Trump e o excesso de chuvas sobre parte do cinturão produtor, atrasando o plantio, garantiram a moderada elevação.
Mas qualquer movimento de alta segue limitado pelas incertezas sobre os próximos passos da guerra comercial entre China e Estados Unidos, apesar do otimismo de hoje entre os investidores. A ampla safra sul-americana e a fraca demanda chinesa pelo produto americano completam a lista de fatores limitantes à recuperação.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar ou 0,26% a US$ 10,38 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,50 1/4 por bushel, ganho de 3,75 centavos ou 0,35%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 3,20 ou 0,79% a US$ 304,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 48,00 centavos de dólar, com alta de 0,16 centavo ou 0,33%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou em queda de 0,41%, negociado a R$ 5,8662 para venda e a R$ 5,8642 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8518 e a máxima de R$ 5,9158.
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