Saúde
Ora-pro-nóbis: como armazenar as folhas para preservar os nutrientes?
A nutricionista Beatriz Rodrigues, que atua em Brasília, explica que a melhor forma de conservar as folhas frescas da ora-pro-nóbis é na geladeira. Deve-se garantir que elas fiquem secas para evitar a umidade, que acelera a deterioração.
“Se for utilizar a folha in natura, é importante lavá-la, higienizá-la e secá-la bem com papel toalha. Depois, o ideal é fazer o armazenamento em um recipiente com tampa, intercalando camadas de folhas e papel toalha, finalizando com mais uma camada de papel antes de fechar o pote”, ensina a especialista.
Outra técnica recomendada é armazenar a planta em , retirando o máximo possível de ar e mantendo em temperatura de até 10°C. “Assim, as folhas podem se manter frescas por cerca de 12 a 15 dias na geladeira”, acrescenta.
O congelamento é uma opção?
De acordo com a nutricionista Juliana Pompeu, também de Brasília, congelar a ora-pro-nóbis é possível, mas requer um processo adequado para evitar a perda de nutrientes e a alteração da textura das folhas. O ideal é antes do congelamento.
“O branqueamento inativa enzimas que podem causar degradação, enquanto o congelamento rápido reduz a formação de cristais de gelo, preservando melhor a estrutura celular e os nutrientes”, afirma Juliana.
Como fazer o branqueamento das folhas?
Lave bem as folhas e mergulhe-as em água fervente por 15 a 30 segundos.
Retire e transfira imediatamente para um recipiente com água gelada e gelo.
Seque bem com papel toalha ou centrífuga de saladas.
Armazene em sacos próprios para congelamento, removendo o excesso de ar.
Utilize a função de congelamento rápido do freezer, se disponível.
Como desidratar a ora-pro-nóbis ou transformá-la em farinha?
A planta pode ser preservada de formas alternativas, como farinha ou desidratada, o que garante mais durabilidade e praticidade no uso. Segundo Beatriz, uma maneira simples de transformar a ora-pro-nóbis em farinha é colocá-la no forno, em temperatura entre 140°C e 160°C, até que as folhas se tornem quebradiças e esfarelem facilmente.
Após esse processo, basta armazenar a farinha em um recipiente seco e fresco, longe da luz direta. “Guardada dessa forma, a farinha pode ser conservada por até três meses, ideal para ser utilizada em diversas receitas”, recomenda.
Já a desidratação, embora resulte em algumas alterações nutricionais, também é uma excelente forma de conservação, como aponta a nutricionista Juliana. O concentra nutrientes como proteínas e minerais, mas pode reduzir o teor de vitamina C e compostos antioxidantes.
A melhor técnica para desidratar é à sombra ou utilizando um desidratador em temperaturas baixas, entre 40°C e 50°C. Após o processo, as folhas devem ser armazenadas em recipientes herméticos, longe da luz.
“Este método preserva a maioria dos nutrientes e compostos bioativos, mantendo até 80% do valor nutricional original. Além disso, as folhas desidratadas são muito versáteis já que podem ser facilmente usadas nas receitas culinárias”, destaca.
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