Política
Partido recusa filiação de PM e expõe racha entre deputados
A presidente do União Brasil em Cuiabá, deputada federal Gisela Simona, disse que não aceitará imposições do deputado federal Coronel Assis (União) sobre a chapa de vereadores.

Seja o coronel Assis, não vamos aceitar imposição de cima para baixo. Também sou deputada federal e, se precisar conversar com a nacional, também converso
É que o parlamentar pretendia incluir seu aliado, o tenente-coronel Luis Fernando Dias, na chapa de vereadores da sigla em Cuiabá. Gisela, contudo, vetou a filiação do oficial por considerá-la tardia e sem aprovação do grupo. Por ser militar, Dias pode se filiar no período das convenções.
Assis, então, disse que articularia com a cúpula nacional do partido para viabilizar a candidatura. Ao saber disso, Gisela rebateu dizendo não aceitar imposições dos colegas.
“O Coronel Dias, em nenhum momento conversou comigo, enquanto executiva, com a intenção de fazer parte da chapa. O União tem desde o início 43 nomes e temos militares que filiarão na convenção, mas que estão conosco desde o início. A chapa tem colocado muito forte de não aceitar novos nomes. Então os militares que eventualmente passariam pela chapa – Sargento Laudicério e a Sargento Jucá – estão conversando desde o início”, disse.
“Se tiver o apoio de todos, terá [espaço na chapa]. É no convencimento. O Coronel Dias [deveria] conversar com cada um dos pré-candidatos e conquistar seu espaço… Seja o Coronel Assis, não vamos aceitar imposição de cima para baixo. Também sou deputada federal e, se precisar conversar com a nacional, também converso”, rebateu.
A deputada admitiu a influência da indicação de Assis, mas explicou que as articulações sobre chapa precisam ser antecipadas para não prejudicar os acordos do grupo.
“Sempre tem peso [a indicação]. Acontece que todo grupo tem regras e não adianta prevalecer a vontade de um em detrimento do grupo. Temos combinados na chapa do União Brasil que novos nomes entrariam com o apoio de todos”, completou.
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