Polícia
PF mira quadrilha após incêndio criminoso em lojas; segurança clandestina
Quatro homens, não identificados, que realizavam segurança clandestina em comércios de Paranatinga (a 337 km de Cuiabá), tiveram as atividades encerradas pela Polícia Federal, que também apreendeu coletes, facas, cassetetes e sirenes com o grupo. A ação se deu nesta quinta-feira (06), 10 dias após um incêndio criminoso em dois estabelecimentos comerciais do município em que membros de uma organização criminosa teriam ordenado atear fogo em uma das lojas, pois um comerciante não aceitou pagar a “taxa de segurança”.
De acordo com a PF, foi realizada uma operação de combate à atividade de segurança clandestina, no intuito de reprimir a prática criminosa de extorsão contra comerciantes locais.
Reprodução

De acordo com as investigações, os criminosos estariam exigindo pagamentos indevidos a empresários e, em casos de recusa, promoviam represálias violentas, incluindo incêndios a estabelecimentos comerciais. Durante as fiscalizações, foram encontrados quatro funcionários de uma empresa desenvolvendo atividade de ronda noturna em residências e comércios.
Segundo a Polícia Federal, a atividade era desenvolvida de maneira clandestina, diante da ausência de autorização de funcionamento expedida pela própia PF, órgão responsável por conceder autorização e fiscalizar empresas de segurança privada.
A PF encerrou as atividades dos vigilantes irregulares e da empresa, além de apreender equipamentos, tais como coletes, cassetetes, facas e sirenes.
O incêndio
Na madrugada do dia 28 de janeiro, moradores de Paranatinga foram pegos de surpresa devido a um incêndio de grandes proporções que atingiu uma loja de calçados e outra de variedades.
A Polícia Civil foi acionada por volta da 01h10. Segundo informações de testemunhas, dois homens atearam fogo nas duas lojas localizadas na região central e fugiram do local. Caminhões-pipa, moradores e comerciantes foram os responsáveis por controlar e apagar as chamas.
Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a ordem partiu de detentos do Centro Penitenciário do município, membros de uma facção criminosa, que foram identificados e transferidos para uma ala isolada dos demais detentos.
Ao todo, 5 homens foram presos suspeitos de envolvimento no incêndio criminoso.
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