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Prefeitos do PL e eleição à Mesa

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Prefeitos eleitos pelo PL em cidades pólos, com exceção do reeleito Roberto Dorner, em Sinop, vão ter de mergulhar nas articulações para garantir a presidência nas câmaras municipais porque, em tese, suas bases de apoio não representam maioria daqueles vereadores eleitos e/ou reeleitos. Os maiores exemplos estão em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Primavera do Leste. Na Capital, Paula Calil (PL) precisa buscar adesão de vereadores que hoje seriam oposição ao futuro prefeito Abílio. Em Várzea Grande, por sorte, o vice eleito Tião da “costurou” apoio para eleger o aliado Wanderlei Cerqueira. Cláudio Ferreira, bolsonarista eleito em Rondonópolis, saiu das urnas com 7 dos 21 vereadores. Para ganhar a Mesa Diretora, sua base precisa buscar adesão de colegas de outros grupos, inclusive da oposição. E é o que está fazendo o candidato à presidência Paulo Schuh (PL), que precisa conquistar ao menos mais quatro no embate com o petista Júnior Mendonça (foto), atual presidente. Em Primavera, o prefeito eleito Sérgio Machnic tem apenas quatro dos 15 vereadores. E, por enquanto, não se manifestou sobre quem apoiar entre os candidatos Marco Aurélio (PRD), Eraldo Fortes (PSD), Sérgio Crocodilo (União) e o emedebista Vado, presidente que deseja a reeleição.





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