Cidades
Presidente acompanha NIF e Energisa na última operação do ano para retirar cabos irregulares de internet
Em ação acompanhada pelo presidente da Câmara Municipal, Rodrigo Matterazzi, a Energisa Mato Grosso juntamente com o Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) realizou na manhã desta segunda-feira, 1º, a última etapa de fiscalização orientativa do ano da “Operação Cacicus”. A iniciativa, que percorreu avenidas como a Tancredo Neves, tem o objetivo de limpar os postes, removendo cabos mortos, identificando e organizando os cabos em funcionamento. O supervisor de equipe da Energisa MT, Lexei da Silva Calçada, explicou que as empresas receberam um prazo para fazer a adequação voluntária, mas que a partir de fevereiro do próximo ano a concessionária fará uma limpeza definitiva e seguirá apenas a norma, mantendo nos postes somente as empresas 100% regularizadas.
Segundo Gabriel Alves do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) durante os dez meses de operação, os resultados já são significativos, aproximadamente 200 toneladas de cabos irregulares foram retiradas e 20 empresas foram identificadas com infrações. Atualmente, 14 empresas estão legalizadas e autorizadas a usar a rede de postes. “No entanto, a fiscalização identificou um problema comum, muitas empresas possuem projetos aprovados, mas não atendem à conformidade em todos os postes que utilizam. “O que acontece muito é a empresa ter 100 projetos regularizados e usar 4000 postes”, exemplificou. Esta será uma das prioridades da nova fase, a partir de fevereiro, quando a Energisa verificará se a situação prática das operadoras corresponde ao que foi aprovado em projeto.
A presença do presidente da Câmara, Rodrigo Matterazzi, na ação desta segunda-feira reforça a união entre o poder público municipal e a iniciativa privada na solução do problema. Matterazzi pôde acompanhar in loco os trabalhos e a complexidade da rede. “É uma questão de segurança pública e embelezamento da cidade. Apoiamos essa força-tarefa para garantir um serviço de qualidade e sem riscos para a população”, declarou.
Empresas que mantêm cabos soltos, bagunçados e sem identificação estarão sujeitas a penalidades severas. Além de responder pelo Código de Postura Municipal, com multas que podem chegar a R$ 10 mil, também poderão ser autuadas pelo Procon, com penalidades de até R$ 20 mil. A população pode denunciar os casos às duas instituições. “A empresa vai responder tanto no Código de Postura municipal como no Procon. Quem deixa cabos soltos oferece risco de vida”, alertou Gabriel.
O supervisor da Energisa foi enfático sobre o combate às operadoras clandestinas: “Onde não tiver identificação da operadora, nós iremos cortar. Tem empresas que, infelizmente, são clandestinas e não fazem uso correto do compartilhamento, oferecendo risco de vida”. A Energisa orienta que todas as empresas legais identifiquem seus cabos adequadamente. A partir de fevereiro, a ação será mais incisiva, com a retirada de toda a rede sem identificação. A expectativa é que, ao final do processo, apenas as operadoras totalmente regularizadas permaneçam utilizando os postes, garantindo mais segurança e organização para a cidade.
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