Cidades
Simpósio reúne acadêmicos da Atenas para debater os perigos do tabagismo e do uso de drogas
Na última sexta-feira (30), a Faculdade Atenas foi palco de um importante espaço de diálogo e reflexão sobre saúde e prevenção. Com o tema “É hora de evaporar os principais prejuízos do uso do tabaco, cigarro eletrônico e outras drogas”, o Simpósio promovido pela Comissão de Integração de Ensino e Serviço (CIES), em parceria com a Academia da Saúde e a Instituição de Ensino, atraiu estudantes, professores e profissionais da saúde.
Mediado pela pneumologista Simone Gomes de Oliveira, o encontro destacou os riscos reais e muitas vezes subestimados do consumo dessas substâncias. De forma clara e sensível, a especialista trouxe dados atualizados e relatos que mostraram como o uso do cigarro, ou seja o tradicional ou os modernos vapes que podem comprometer gravemente a saúde, afetando pulmões, coração, boca e até mesmo a qualidade de vida de forma geral.
Durante o simpósio, chamou atenção a crescente adesão dos jovens aos dispositivos eletrônicos, atraídos por sabores artificiais e embalagens chamativas. “A gente faz um alerta para o uso excessivo dessas substâncias, que podem levar à dependência química e ao desenvolvimento de doenças como o câncer”, enfatizou a coordenadora da CIES, Silvia Gehring.
Além da apresentação dos malefícios, o evento também abriu espaço para esclarecer dúvidas do público e abordar os mecanismos de dependência química, mostrando como a informação pode ser uma poderosa aliada na prevenção.
É preciso ter responsabilidade ao falar sobre isso, principalmente com os mais jovens, que muitas vezes não enxergam os riscos envolvidos em hábitos que parecem inofensivos à primeira vista”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Vanio Jordani.
“Muitas pessoas acham que os cigarros eletrônicos são inofensivos, mas isso não é verdade. Eles contêm substâncias químicas que causam inflamações, afetam os pulmões e o coração, e podem levar à dependência. Como médica, vejo cada vez mais jovens adoecendo por algo que parece ‘moderno e seguro’, mas que na prática representa um grande risco à saúde.”, finalizou a pneumologista, Simone Gomes de Oliveira.
Para a doutora Simone, é fundamental ampliar esse debate, principalmente em locais de maior concentração como escolas, universidades e espaços coletivos. “Muita gente ainda acredita que o cigarro eletrônico é legal, cheiroso e não faz mal, mas isso não é verdade. Na prática, ele está adoecendo uma geração através de substâncias químicas que causam inflamações, afetam os pulmões e o sistema vascular, levando à dependência”, finaliza.
Fonte: Prefeitura Municipal de Sorriso
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