Polícia
Suspeitos de abuso sexual infantojuvenil na internet são alvos de operação em Cuiabá
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11), a segunda fase da Operação Infância Segura, com o objetivo de cumprir quatro ordens judiciais contra suspeitos por armazenar conteúdo de abuso sexual infantojuvenil em seus dispositivos eletrônicos e na internet.
A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Barra do Bugres e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
O cumprimento dos mandados de busca e apreensão domiciliar foi realizado simultaneamente nos municípios de Cuiabá e Barra do Bugres, o que resultou na apreensão de diversos equipamentos e na prisão em flagrante de um dos alvos por posse ilegal de armas e munições. Os crimes investigados podem chegar a pena de até oito anos de reclusão.

A investigação teve início a partir de informações que apontavam para o armazenamento de imagens e vídeos de abuso sexual infantojuvenil por parte dos alvos. O trabalho investigativo envolveu a análise de dados cibernéticos diversos, que permitiram a identificação dos alvos e, consequentemente, a representação pelos mandados judiciais.
Em um dos casos identificados, o suspeito buscou coagir uma adolescente menor de idade, residente em outro estado, a gravar e encaminhar vídeos mostrando suas partes íntimas.
Durante a ação, foram apreendidos celulares, computadores e outros dispositivos de armazenamento, que serão submetidos à perícia e, posteriormente, à análise dos investigadores, com o objetivo de confirmar o conteúdo criminoso e a identificação de possíveis novas vítimas e outros envolvidos.

Segundo o delegado Guilherme Rocha, responsável pelas investigações, a operação Infância Segura ocorre de forma permanente na Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos, demonstrando que a Polícia Civil está atenta e atuando de forma rigorosa contra crimes cometidos no ambiente virtual, em especial os que têm crianças e adolescentes como vítimas vulneráveis.
“A defesa de crianças e adolescentes no ambiente digital é uma prioridade para a Polícia Civil e operações, como a Infância Segura, comprovam, mais uma vez, que a internet não é um espaço sem lei”, disse o delegado.

O delegado titular da unidade, Guilherme Fachinelli, destacou que a deflagração da segunda fase da Infância Segura é um marco na proteção das crianças e adolescentes. “O trabalho constante realizado pela delegacia reforça as diretrizes da Polícia Civil de Mato Grosso na defesa dos mais vulneráveis”, frisou o delegado.
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