Polícia
VÍDEO: “Minha filha foi um sacrifício vivo para esse povo”, diz mãe de Emelly
Reprodução

Ana Paula Meridiane Peixoto de Azevedo, mãe da adolescente Emelly Beatriz Azevedo Sena, de 16 anos, afirmou que a filha foi um sacrifício na mão dos assassinos. Além disso, nesta terça-feira, 18, ela disse acreditar que há mais envolvidos na morte da filha, além da suspeita presa, Nataly Helen Martins Pereira. Ana Paula esteve na Câmara Municipal de Cuiabá pedindo por justiça.
“Gostaria muito que todos vocês me ajudassem, o que fizeram com a minha filha não tem a possibilidade de uma pessoa só ter feito tudo isso com ela. Eles têm que pagar. Minha filha foi um sacrifício vivo não mão desse povo”, disse.
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Aos prantos, Ana Paula contou que ela e a filha tinham muitos planos juntas para cuidar de Liara, nome dado à bebê arrancada do ventre de Emelly, e que os assassinos tiraram o sonho da filha em ser mãe.
“O que fizeram com a minha filha não se faz nem com animal. Gostaria que os culpados pagassem pelo que fizeram com a minha filha, isso não pode ficar assim. A minha filha ficou sem ser mãe, ela tinha o sonho de cuidar da Liara, estava fazendo enxoval, tantos planos e acabou, acabou o sonho”, contou.
Após Ana Paula falar na tribuna, os vereadores presentes na Casa também pediram por justiça.
Sobre a bebê
Após passar quatro dias no Hospital e Maternidade Santa Helena, Liara foi entregue à mãe de Emelly, no último sábado, 15 de março. Ela foi levada ao hospital por Nataly Helen e o companheiro, suspeitos do crime e no local, enfermeiras notaram que a mulher não era a verdadeira mãe da criança.
Sobre o caso
Emelly Azevedo Sena, 16 anos, estava grávida de 9 meses quando desapareceu na quarta-feira, 12 de março, após sair do Jardim Eldorado, em Várzea Grande, para buscar um suposto enxoval de bebê no Jardim Florianópolis, em Cuiabá, a cerca de 24 quilômetros de distância. Nataly Helen Martins Pereira atraiu a jovem com a promessa de doação de roupas para o bebê.
Na noite do mesmo dia, Nataly e o marido, Christian Albino Cebalho de Arruda, foram presos em flagrante ao tentarem registrar uma recém-nascida em um hospital de Cuiabá, alegando que o parto havia ocorrido em casa. Porém, exames médicos apontaram que a mulher não apresentava sinais de puerpério. Testes de DNA ainda devem confirmar se a criança encontrada com os suspeitos é filha da vítima.
O corpo de Emelly foi encontrado na manhã da quinta-feira, 13, enterrado no quintal da residência onde ocorreu o crime, onde foi deixada pelo motorista de aplicativo no dia anterior.
Além do casal, mais dois suspeitos teriam sido presos, e durante depoimentos, Nataly, ré confessa, assumiu para si toda a autoria do crime, desde o momento que atraiu a adolescente até a execução, retirada da criança do ventre de Emelly e, por fim, o momento que a enterrou no próprio quintal.
O caso segue investigado pela Polícia Civil.
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