Polícia
Mais ágil, Raio deve ser fortalecido com convocação de 200 policiais
O comandante da Companhia Raio, tenente-coronel Wesmensandro Auto Rodrigues, revela que há um planejamento do Governo em fazer chamamento de cerca de 200 policiais para atuar e fortalecer a companhia. Hoje, são 52 agentes no Raio na Capital.
Conforme Wesmensandro, ainda não há data para o chamamento de mais agentes, mas ele espera que seja o quanto antes. “O Governo do Estado, o próprio Coronel Roveri falou de convocar cerca de 200 policiais, e que a maioria deles deve ser para compor o Raio, Justamente para fortalecer o motociclismo policial na instituição”, salienta o comandante, em entrevista ao portal durante visita à sede do
, onde também concedeu entrevista ao Rdtv Cast.
Secom-MT

Nos últimos anos, o investimento do governo no Raio tem sido claro, com compra de motos maiores e uma companhia independente em Cuiabá. “O governo do estado investiu 17 milhões em motociclismo. É interesse do governo, do secretário de segurança, do próprio comandante-geral de aplicar o Raio em vários outros lugares do estado”, afirma.
“A gente percebe que a dificuldade de trânsito é muito alta. Os lugares que a motocicleta acessa é muito mais rápido, muito mais fácil, uma agilidade muito grande. O Estado quer fortalecer esse policiamento motociclístico para que nós tenhamos esses resultados”, destaca.
Annie Souza/Rdnews

Tenente-coronel Wesmensandro comanda a Companhia Raio, em Cuiabá, e defende a ampliação do efetivo
O que chamou a atenção do Governo para o Raio, segundo o comandante, foram os números apresentados pelas equipes nos últimos anos. Entre 2021 e 2024, apenas em Cuiabá, foram 467 prisões em flagrante, 947kg de drogas apreendidos e 39 armas de fogo apreendidas.
“As respostas que a gente dá são interessantíssimas pelo número de policiais. Poderíamos ter mais efetivo com mais respostas. A gente entende que vai ser oportuno o acréscimo de policiais para que a gente possa, de fato, dar mais resposta”.
“Nós ficamos 25 anos trabalhando no motociclismo de forma tímida, não era padronizada. Agora não, agora a gente quer aplicar o motociclismo de forma severa, de forma útil, para que ele dê os resultados que a gente demonstrou”, completa.
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