Polícia
Procurador da AL é preso por manter adolescente presa em AP na Capital; suspeito já tem histórico
Conteúdo/ODOC – O procurador da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Benedito Cezar Corrêa de Carvalho, de 54 anos, foi preso na noite desta sexta-feira (10) em Cuiabá, após ser flagrado em uma situação que envolveu cárcere privado, exploração sexual, ameaça e uso de drogas.
A Polícia Militar foi acionada por meio de uma denúncia que relatava gritos de socorro vindos de um apartamento em um condomínio residencial na capital. A informação também mencionava que o homem dentro do imóvel estaria armado e ameaçava atirar. O caso foi inicialmente divulgado pelo Portal O Documento, quando ainda não havia a identificação do suspeito.
No local, os policiais ouviram pedidos de socorro e decidiram forçar a entrada no apartamento. Durante a varredura, localizaram Benedito dentro de um quarto trancado. Também foram encontrados resquícios de substância análoga à cocaína sobre um prato e uma faca dentro do guarda-roupa. Nenhuma arma de fogo foi localizada, apesar da denúncia inicial e do relato sobre ameaças.
Antes de ser detido, Benedito ainda tentou confundir as autoridades ao ligar para a central de emergências, afirmando estar sendo vítima de um roubo. A ligação foi feita enquanto os policiais aguardavam a liberação para acessar o apartamento.
O procurador foi encaminhado ao plantão especializado em Cuiabá, onde a ocorrência foi registrada. Até o momento, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Por meio de nota a assessoria da Assembleia Legislativa de Mato Grosso repudiou a atitude do procurador e informou que a instituição já havia tomado providências contra o servidor por meio de afastamento funcional em processo administrativo disciplinar, que se encontra em fase de conclusão.
Leia na íntegra:
A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) manifesta total repúdio em face do ato de violência praticado contra mulher pelo servidor Benedito César Corrêa Carvalho, neste sábado (10).
Os fatos, do âmbito da esfera privada do servidor, são gravíssimos, devendo ser penalizados com o devido rigor.
Esclarecemos que a instituição já havia tomado providências contra o servidor por meio de afastamento funcional em processo administrativo disciplinar, que se encontra em fase de conclusão.
Por fim, a ALMT providenciará assistência à vítima no que for necessário.
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