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Deputado Júlio Campos critica ação da PF contra Jair Bolsonaro e considera medidas precipitadas

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Foto: Suzana Agnello

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Em meio à operação deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira, 18 de julho de 2025, que inclui mandados de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) se manifestou sobre a situação. Em declarações à imprensa, Campos afirmou que a decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, foi precipitada e que já se esperava a prisão do ex-presidente.

“O que você esperava com relação ao Bolsonaro? É que ele vai ir para a cadeia, está tudo organizado para ele ser preso e não disputar mais nenhum mandato letivo nos próximos 8 anos”, declarou. O deputado expressou sua preocupação com o tratamento dado aos envolvidos na manifestação de 8 de janeiro, onde pessoas foram condenadas a penas severas por ações durante os eventos em Brasília.

Júlio Campos também comentou sobre a imposição de tornozeleira eletrônica ao ex-presidente. “Acho que sim [é um exagero], mas já há outro ex-presidente também com tornozeleira, o ex-presidente Collor. Aqui no Brasil, ser presidente é correr risco, ser governador é correr risco”, ponderou, referindo-se ao contexto político atual onde o judiciário exerce um papel proeminente.

O deputado questionou a necessidade de medidas tão drásticas antes da conclusão do processo judicial. “Eu acho que tinha que terminar o julgamento, né? Depois que encerrasse o processo de julgamento. Fosse condenado, aí sim poderia tomar as medidas legais”, afirmou.



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