Política
Governador defende investigação rigorosa após operação na Câmara de Cuiabá: “Doa a quem doer”
Conteúdo/ODOC – O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou na manhã desta quarta-feira (30) que as forças de segurança do Estado devem investigar com rigor todos os agentes públicos envolvidos em crimes contra o patrimônio público, independentemente de quem sejam.
A declaração foi feita durante entrevista coletiva, um dia após a deflagração da Operação Perfídia pela Polícia Civil, que resultou no afastamento dos vereadores de Cuiabá Chico 2000 (PL) e Sargento Joelson (PSB).
“Parabenizo as forças de segurança que estão investigando. Doa a quem doer, tem que investigar, e que seja garantido a todos o direito de defesa. Mas é papel da polícia investigar, e é papel do Judiciário recepcionar essas investigações. Quando houver procedência, o Ministério Público leva aos critérios da lei, e em consequência aquilo que os agentes públicos falam: todo cidadão não pode estar acima da lei, todos devem ser processados se cometeram alguma coisa errada”, declarou Mendes.
A Operação Perfídia, deflagrada na terça-feira (29), apura denúncias de que os vereadores teriam solicitado propina de uma empresa responsável pelas obras do Contorno Leste, em Cuiabá.
Segundo as investigações, os parlamentares teriam exigido pagamentos ilícitos para aprovar projetos legislativos que permitiriam o repasse de recursos públicos à empresa. Há indícios de que parte do valor foi depositada em conta indicada por um dos vereadores, enquanto outra parte teria sido paga em espécie dentro da Câmara Municipal.
Além dos vereadores, também foram alvos da operação o proprietário da empresa e dois funcionários. A juíza Edina Ederli Coutinho determinou o afastamento dos parlamentares de seus cargos, proibindo-os de acessar as dependências da Câmara e das obras do Contorno Leste, bem como de manter contato entre si, com testemunhas ou servidores do Legislativo. Eles também devem entregar seus passaportes e não podem se ausentar da cidade sem autorização judicial.
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