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Deputado revela contrato que passaria BRT para empresa de irmão de Botelho

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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) afirmou que a agressão e os insultos do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), durante a sessão de quarta-feira (3), foram motivados pela descoberta de um Termo Aditivo no contrato de concessão do transporte público intermunicipal entre Cuiabá e Várzea Grande. Esse termo permitiria que as empresas atuais continuassem operando o novo modal BRT, beneficiando a família de Botelho.

Lúdio Cabral, que é pré-candidato à prefeitura de Cuiabá, propôs um projeto de lei que exige licitação para a concessão do BRT com tarifa de R$ 1 por 5 anos, o que poderia excluir a família Botelho de um negócio milionário. Ele destacou que o próximo prefeito decidirá sobre a operação do BRT e acusou Botelho de desequilíbrio e desespero por causa desse projeto.

O Termo Aditivo assinado em dezembro de 2022 prevê a indenização das empresas de ônibus pelos investimentos em frota e tecnologia desmobilizados pela implantação do BRT. Além disso, permite que essas empresas possam operar o BRT nas condições estabelecidas pelos entes públicos.

Após o incidente, Botelho alegou que foi desrespeitado por Lúdio e considerou o projeto demagógico devido à tarifa de R$ 1. Ele afirmou que defende uma nova licitação para a concessão do BRT.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura esclareceu que o Termo Aditivo não inclui o BRT no contrato de transporte intermunicipal, mas trata das linhas Cuiabá x Várzea Grande e suas adequações devido ao impacto da operação do BRT.





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