Curtinhas
Desespero e “posse” antecipada
O desespero para não perder o poder é tanto do grupo do prefeito de Sorriso, Ari Lafin (PSDB), que chegou-se ao ponto de mudar a Lei Orgânica do Município para já empossar neste sábado, no mesmo dia da diplomação, Alei Fernandes (foto) e o vice eleito Acácio, mesmo que simbolicamente, faltando 18 dias para a data oficial da posse, que será em 1º de janeiro. A dupla Alei-Acácio está sob investigação por abuso de poder econômico e caixa 2 na campanha. Dificilmente escapa da cassação. Aliás, o próprio Ministério Público Eleitoral já pediu que a chapa seja cassada. Inquérito da PF também constatou tais crimes eleitorais, tendo como uma das provas a apreensão, praticamente na véspera do pleito eleitoral, de R$ 300 mil em dinheiro que iriam abastecer o caixa 2 da campanha em poder do agricultor Nei Francio, um dos braços da campanha de Alei. Nas urnas, Alei obteve 51,33% (25.255 votos), enquanto Damiani chegou a 45,84% (22.556). Se ocorrer de fato a cassação, Alei e Acácio ficarão inelegíveis por oito anos e Sorriso terá eleição suplementar para prefeito e vice.
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