Saúde
Gengibre ajuda a emagrecer? Entenda os benefícios do alimento
“O seu nome científico é Zingiber officinalis e é uma raiz com gosto acentuado, que pode ser utilizada em sua forma natural, em pó, em suplementos ou cápsulas. O gengibre é usado de forma milenar na culinária e tomou o gosto popular pelas suas propriedades medicinais”, afirma o nutricionista Carlos Basualdo, da MedSculp.
Recomendações para o consumo do gengibre
O consumo do gengibre pode ser feito tanto com o uso de pedaços em receitas, quanto em pó e cápsulas, mas deve ser feito com cautela ou pode causar efeitos colaterais como dor de cabeça.
“É nesse formato (pó e cápsulas) que pode morar um risco no consumo, visto que as propriedades da raiz são muito concentradas e alguns efeitos colaterais podem ser observados”, acrescenta Basualdo.
Gengibre também pode ser consumido em forma de chá
A o sabor de sucos e sopas. Ainda assim, para quem é adepto do exercício físico diário, há vantagens e desvantagens no consumo do gengibre.
“Tem um paladar adstringente (limpa a garganta e abre as vias aéreas), o que ajuda muito para quem treina pesado. Porém, seu efeito ‘queimador’ de gordura não tem comprovação científica como dizem por aí. A ideia do uso é melhorar a digestão, respiração e sabor”, detalha Basualdo.
Curiosidades sobre o gengibre
Os estudos mencionam que o está concentrado na raiz e não em cápsulas e suplementos. Dessa forma, diversos pesquisadores relataram a função anticoagulante, anti-inflamatória, analgésica e também efeitos contra febre e espasmos, principalmente nas cólicas intestinais.
“É uma ótima opção para enriquecer o sabor da comida, porém muitas pessoas relatam não terem uma boa digestão desse alimento, relatando dores gástricas e sensibilidade intestinal com o consumo. Fique atento”, alerta o profissional.
O gengibre pode ser consumido cru, mas em pó ou em cápsulas apenas com prescrição de um médico ou nutricionista. “Visto que por suas ações medicinais, o gengibre pode interagir com os remédios em forma concentrada e causar dores gástricas e sensibilidade intestinal com o consumo”, acrescenta.
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