Polícia
PF combate garimpo ilegal em terra indígena no Mato Grosso
A Polícia Federal realizou ao longo da semana a Operação Rio Verde, com o objetivo de reprimir crimes ambientais e à ordem econômica praticados no interior da Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso.
Na ocasião, a ação foi combater a extração ilegal de ouro e a desintrusão de áreas atingidas pelos garimpeiros, bem como inutilizar instrumentos e maquinários empregados na atividade de garimpagem ilegal. A operação contou com policiais federais do Grupo de Pronta Intervenção da Superintendência da PF em Mato Grosso e da Diretoria da Amazônia da PF.

Durante as ações relativas à repressão à extração ilegal de minério foram inutilizadas escavadeiras hidráulicas, diversos motores estacionários e geradores de energia e estruturas de utilizadas pelos garimpeiros ilegais.
Caberá a Polícia Federal identificar os proprietários desses maquinários, para esclarecer sua participação nos crimes reprimidos, a fim de que sejam responsabilizados penal e administrativamente.

Após o encerramento das atividades em campo, todos os abordados serão qualificados e encaminhados ao Ibama para autuação administrativa. Na Polícia Federal será dada continuidade à investigação, cujo escopo é identificar os financiadores das atividades ilegais.
-
Várzea Grande7 dias agoPalavra de impacto: Experiência estratégica
-
Cuiaba6 dias agoHMC amplia Visita Estendida e fortalece presença da família durante tratamento nas UTIs
-
Mato Grosso6 dias agoMPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
-
Cuiaba5 dias agoVila Saúde reúne secretarias em um único espaço e prevê economia de R$ 1,7 milhão por ano para a Prefeitura de Cuiabá
-
Judiciario4 dias agoUnimed nega equipamento para paciente com tumor na mão e é condenada pela Justiça
-
Mato Grosso6 dias agoIniciativa inédita une instituições no Projeto Lótus
-
Cuiaba6 dias agoPrefeito Abilio Brunini se reúne com promotora do MPMT para alinhar ações contra ocupações irregulares
-
Mato Grosso6 dias agoA cidade em flor: o paisagismo urbano como saúde pública e poesia viva
