Curtinhas
Punição pela irresponsabilidade
A empresária Mirtes Grotta (foto) entrou na militância politica em Sinop atacando quem atravessasse na sua frente. Na campanha à prefeitura, em 2024, moeu no porrete o prefeito Roberto Dorner, que a derrotou. Fez denúncias infundadas e agiu de forma inconsequente, tanto que perdeu vários aliados e ficou isolada. Eis que agora, o STF resolve enquadrar Mirtes. A condenou a 225 horas de prestação de serviços comuintários e ainda terá de pagar uma multa de R$ 5 milhões por se envolver nos atos antidemocráticos. Ela teve sorte que a pena foi flexibilizada, senão teria que ir para a cadeia. Mirtes foi condenada por associação criminosa por “inflamar” militantes bolsonaristas contra as Forças Armadas por não concordar com o resultado das urnas e com a reeleição do presidente Lula. Curiosamente, uma de suas obrigações agora impostas pela Justiça é de participar de um curso, com duração de até 12 horas, sobre “Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado”.
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