Cidades
Mauro quer contratação emergencial para terminar obra do BRT em trecho da Prainha
Após anunciar que vai rescindir o contrato com o Consórcio BRT, o governador Mauro Mendes (União) afirmou que está avaliando junto com o Tribunal de Contas do Estado (TCE) a contratação emergencial de uma empresa para concluir as obras do BRT (Ônibus de Trânsito Rápido) no trecho da Avenida Prainha, em Cuiabá, onde já está em andamento. O modal substitui o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) – que foi projetado para a Copa do Mundo de 2014, e que teve as obras paralisadas por anos
Mayke Toscano/Secom-MT

“Principalmente desobstruindo aquela parte da obra que está atrapalhando o trânsito nas avenidas. A população pode ficar tranquila, que os nossos técnicos da Secretaria de Infraestrutura já estão trabalhando há alguns dias com esta possibilidade de rescisão. Nós já estamos adiantados também com este plano de, numa eventual confirmação da rescisão, já termos alternativas para, aprovadas pelo Tribunal de Contas, imediatamente iniciar o processo de contratação de novas empresas para assumir as obras no trecho, tanto do eixo CPA, quanto do eixo da Fernanda Correa, sentido sul de Cuiabá”, explicou durante entrevista, nesta quarta-feira (05), na TV Centro América.
Segundo Mauro, o contrato prevê um prazo de cinco dias para o Consórcio BRT se justificar e apresentar o ponto de vista sobre os argumentos elencados pelo governo que justificaram rescisão.
“A partir disso o governo toma a decisão definitiva, mas dificilmente voltaremos atrás porque ao longo desse período eles não tiveram um desemprenho adequado”, revelou. O gestor disse ainda que a previsão é que em até três meses, com o fim das chuvas, seja iniciado o processo de contratação de uma nova empresa para acelerar as obras.
O Governo de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (05), rescindir o contrato com o consórcio responsável pelas obras do BRT em Cuiabá e Várzea Grande. A decisão foi motivada pelo não cumprimento reiterado do contrato, cuja obra iniciou em 24 de outubro de 2022 e tinha prazo para ser completamente entregue em 13 de outubro de 2024.
O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, recomendou, na semana passada, o rompimento contratual e a realização de nova licitação emergencial.
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