Política
Vereadora diz que taxa do lixo era desnecessária e não vai impactar finanças da capital
Conteúdo/ODOC – A vereadora Samantha Iris (PL) afirmou que a revogação da taxa de lixo, aprovada pela Câmara de Cuiabá na semana passada, não deve impactar negativamente as finanças da Prefeitura.
Segundo ela, o município tem condições de manter a coleta de resíduos sem depender da cobrança, que deixará de ser aplicada à população em geral a partir de julho — permanecendo apenas para grandes geradores, como restaurantes e condomínios que produzem mais de 50 kg de lixo por dia.
“A Prefeitura demonstrou que é capaz de arcar com essa coleta de lixo. A gente tem também lá as questões dos grandes geradores de lixo, foi feito um estudo, um cálculo. E para os próximos anos, a gente vai fazer um reajuste da questão da própria LOA… Enfim, tudo que for necessário para que não seja preciso fazer uma nova taxa”, explicou Samantha.
A taxa foi criada na gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e enfrentou críticas da população e da oposição.
Segundo Samantha, ficou demonstrado, pela prefeitura e pela procuradoria, que não havia a necessidade da implementação da taxa como foi defendido por Emanuel na época.
“Foi demonstrado pela Prefeitura, pela Procuradoria, que não era nem preciso implementar essa taxa lá em 2022. Ela foi implementada como se fosse obrigação do município, mas demonstrou-se que não tinha necessariamente essa obrigação, e agora a gente conseguiu fazer essa retirada”, disse.
Para a vereadora, foi a desordem financeira da antiga gestão que fez com que o ex-prefeito buscasse recursos cobrando da população.
“Acho que, de certa forma, a desorganização financeira fez com que eles precisassem, no momento, encontrar recurso de todo quanto é canto, e aí acabou criando essa taxa. Hoje a gente está vivendo uma outra realidade”, comentou.
Como exemplo dessa nova fase, a vereadora mencionou recentes medidas de contenção de gastos na área da Educação, que geraram economia significativa aos cofres públicos.
“Essa semana foi divulgada na Educação uma economia de mais de R$ 100 milhões em problemas de contratos e coisas ali que não estavam muito claras. Então, é esse tipo de atitude que faz com que a gente consiga gerenciar melhor os recursos, e a Prefeitura tem feito isso. E eu acho que, a partir disso, a gente consegue, de fato, não precisar de mais um imposto, mais uma taxa para a população”, encerrou.
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