Política
Fábio: Botelho vai tirar Cuiabá do buraco que Emanuel colocou
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), afirmou que o candidato a prefeito Eduardo Botelho (União) é o mais capacitado para resolver os problemas administrativos de Cuiabá deixados pela gestão de Emanuel Pinheiro (MDB).
Conforme o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), a capital conta com uma dívida de R$ 1,2 bilhão. Os opositores ao prefeito, entretanto, apontam que o montante pode alcançar R$ 2 bilhões até o fim deste ano.

Ele tem experiência administrativa, une o Estado de Mato Grosso e uma grande bancada de parlamentares
Fábio, então, defendeu que a articulação política de Botelho facilitará a elaboração de um projeto econômico para sanar as dívidas da capital e impulsionar o crescimento econômico.
“Acredito que nosso candidato é o que reúne as melhores condições para consertar Cuiabá. Ele tem experiência administrativa, une o Estado de Mato Grosso e uma grande bancada de parlamentares para que possamos, em um esforço conjunto, conseguir colocar os investimentos necessários para tirar Cuiabá do buraco que Emanuel Pinheiro colocou”, disse.
“Além disso, consertar Cuiabá e resgatar nossa querida cidade verde, trazer alegria e sorriso para o Cuiabano, fazer com que Cuiabá possa voltar a ser uma cidade de grandes oportunidades e recuperar os asfaltos, a Saúde, as escolas, creches, arborizar Cuiabá e cuidar dos cuiabanos”, citou.
Sobre a popularidade eleitoral, o chefe da Casa Civil minimizou a pesquisa da Revista Exame que apontou Botelho e o deputado federal Abílio Brunini (PL) como empatados com 31% na intenção de voto dos eleitores.
Ele, inclusive, afirmou que seu grupo não pretende focar nos resultados das pesquisas eleitorais, mas sim na apresentação das propostas de governo aos cidadãos.
“Sempre digo que pesquisa tem para todos os gostos, na política a pesquisa que vale é aquela que sai das urnas. A pesquisa que vai valer para Cuiabá é aquela que o povo votar e definir no dia 6 de outubro [data das eleições municipais]”, considerou.
“O que precisamos fazer é não preocupar muito com pesquisa, é preciso trabalhar com seriedade, honestidade, mostrando os nossos projetos e o que a gente quer fazer pela cidade, como vamos reconstruir e consertar a cidade de Cuiabá. É isso que importa”, completou.
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