Saúde
Jovem tem câncer do colo do útero confundido com estresse: “Faça yoga”
A batalha de Hollie começou oito meses após o nascimento de seu terceiro filho, no início de 2024. , ela procurou ajuda médica, mas seus sintomas foram inicialmente atribuídos a estresse da maternidade.
Após seus exames iniciais, incluindo um ultrassom feito após as queixas, não detectarem anormalidades e os anticoncepcionais que foram receitados não conseguirem conter os sangramentos, os médicos disseram a ela que não havia com o que se preocupar.
“Recebi um telefonema do meu médico dizendo que não havia nenhuma razão para eu ter hemorragias e que isso deveria ser estresse. Ele me disse para começar a caminhar, fazer yoga e tomar longos banhos que isso ia melhorar”, relatou Hollie no Instagram.
Câncer do colo do útero
Hollie, porém, decidiu marcar novas consultas com ginecologistas e durante um exame de papanicolau foram coletadas amostras que se mostraram ser um tumor de colo do útero.
O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, costuma ser causado em consequência de . Por ano, estima-se que 17 mil mulheres sejam diagnosticadas e que 6,6 mil morram em decorrência desta doença.
O diagnóstico, recebido em junho de 2024, veio menos de um ano após ela fazer um exame de papanicolau que não apresentou qualquer alteração. Por isso, foi um choque para ela a descoberta de que o tumor já estava em estágio três do máximo de quatro.
Hollie teve que fazer um tratamento em três partes para se ver livre de sinais do tumor
Tratamento longo
O câncer dela já havia se espalhado para os linfonodos e estava difundido na pelvis. A descoberta do tumor avançado obrigou Hollie a fazer um tratamento em três fases, com dois ciclos de quimioterapia localizada, intercalados por um ciclo de braquiterapias, radioterapias internas que atingem uma região específica do corpo.
Após a rodada de tratamentos, um exame de corpo inteiro (scan) revelou que não há mais traços do tumor no organismo de Hollie. “Sinto que venci essa coisa horrível, mas vou seguir fazendo o possível para conscientizar mulheres a monitorar sua saúde e, especialmente, a não confiar na palavra do primeiro médico quando sua intuição diz que não”, concluiu ela.
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