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Juiz nega suspender vídeo em que Botelho cita assessor de Abílio

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A Justiça Eleitoral negou um pedido do PL para retirar das redes sociais um vídeo em que o presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (União) cita que o assessor do deputado federal Abílio Brunini (PL) foi alvo de mandato de busca e apreensão.

De modo que, não ficou demonstrada a situação de urgência que necessitaria a intervenção jurisdicional no caso em comento

 

Os dois são pré-candidatos a prefeito de Cuiabá.

 

A decisão é do juiz eleitoral Jamilson Haddad Campos, da 1ª Zona Eleitoral de Mato Grosso, e foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (1).

 

Na ação, a sigla de Abílio cita que Botelho teria feito propaganda eleitoral negativa com “informações caluniosas e difamatórias”. No vídeo, Botelho diz que quer uma “campanha limpa, sem baixaria e fake news” e relaciona o jornalista Rafael Costa ao adversário.

 

O jornalista foi alvo de mandado de busca e apreensão na semana passada por supostamente ter publicado material classificado como “fake news” contra Botelho no Jornal do Coletivo. A Polícia não o encontrou em seu endereço.

 

O magistrado apontou que “não há como afirmar, nesta fase processual, que no vídeo objeto da presente Representação houve veiculação de calúnia, difamação ou divulgação de fato sabidamente inverídico em desfavor do pré-candidato filiado ao partido representante”.

 

“De modo que, não ficou demonstrada a situação de urgência que necessitaria a intervenção jurisdicional no caso em comento, portanto, ausente o periculum in mora”, completou.

 

Assim, o vídeo de Botelho continua no ar – veja AQUI.

 

Leia mais sobre o assunto:

 

Juiz determina busca e apreensão em casa de assessor de Abílio

 





Fonte: Mídianews

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