Judiciario

Justiça condena mulher que chamou frentista de “preto e macaco”

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A ré Thays Fernanda Calisto da Silva foi condenada a um ano de reclusão por injúria racial e a três meses de detenção por lesão corporal, além de ser obrigada a pagar R$ 5 mil a título de reparação de danos ao frentista Adriano Bento de Oliveira.

 

A sentença foi proferida no dia 17 de junho pela 3ª Vara Criminal de Juara (a 709 km de Cuiabá). A ação penal foi ajuizada pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal da comarca.

 

Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, os crimes ocorreram em agosto de 2022, em um posto de combustível da cidade.

 

“Thays Fernanda Calisto da Silva, com consciência e vontade, injuriou a vítima Adriano Bento de Oliveira, ofendendo-lhe à dignidade e utilizando elementos referentes a sua cor”, consta na denúncia.

 

De acordo com as investigações, no dia dos fatos, Thays parou em um posto de combustíveis para abastecer o veículo.

 

Ao ser questionada pelo frentista sobre a forma de pagamento, iniciou-se uma discussão entre os dois. Durante o desentendimento, diz o MPE, ela passou a ofender Adriano com expressões racistas, chamando-o de “preto” e “macaco”, além de afirmar que ele deveria “fazer programa no sinal para ver se ganhava algum dinheiro”.

 

Em seguida, ainda conforme a denúncia, ela se aproximou da vítima e desferiu um soco em sua boca.





Fonte: Mídianews

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