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Presidente da AMM critica tarifaço de Trump e defende diversificação de mercados

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Em suas declarações, Bortolini expressou ceticismo sobre a efetividade do tarifaço, sugerindo que as ameaças podem ser mais uma estratégia retórica do que uma intenção real

Foto: Allan Mesquita

Foto: Allan Mesquita

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Léo Bortolini (MDB), se manifestou sobre o recente “tarifaço” proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que essa medida é extremamente prejudicial para a economia brasileira, especialmente para o estado de Mato Grosso.

Em suas declarações, Bortolini expressou ceticismo sobre a efetividade do tarifaço, sugerindo que as ameaças podem ser mais uma estratégia retórica do que uma intenção real. “É péssimo o tarifaço, e acredito muito que isso não vai acontecer de fato. O que li até ontem à madrugada indicava que poderia ser apenas um tom de ameaça. Sabemos da importância da produção de commodities e da indústria para o Brasil”, afirmou.

O presidente da AMM ressaltou que a implementação do tarifaço traz danos econômicos significativos para Mato Grosso, dificultando a reorganização do estado em relação a outros centros consumidores e importadores. “Acredito que isso não vai acontecer, pois traria um dano econômico muito grande até que o estado consiga se reorganizar”, enfatizou.

Bortolini também abordou a atual relação do Brasil com grandes potências econômicas, como China e Índia. Ele defendeu que o Brasil deve diversificar seus parceiros comerciais e não se limitar apenas aos Estados Unidos ou Europa. “Hoje os Estados Unidos não são o único grande mercado consumidor. O Brasil precisa ter alinhamento com várias nações, incluindo a China e a Índia, que é o maior mercado consumidor do mundo”, destacou.

Ao ser questionado sobre as implicações políticas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e como isso poderia influenciar a decisão de Trump, Bortolini foi firme em sua posição: “Com certeza, a questão política está ultrapassando a questão econômica. Contudo, acredito que Trump não irá prejudicar uma nação de mais de 200 milhões de habitantes por conta de uma situação política nacional.”



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