Judiciario
Almeida não vê o Judiciário em descrédito: “Trabalho heroico”
O novo desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), Ricardo Gomes de Almeida, afirmou que o Judiciário faz um trabalho “heroico” e minimizou as críticas à Justiça brasileira.

É um trabalho heroico que a justiça brasileira realiza e a gente tem a possibilidade de verificar a virtude ou o defeito, eu prefiro ficar com a virtude
Ele tomou posse na segunda-feira (10) e foi questionado pela imprensa se acreditava que a Justiça estaria em descrédito com a sociedade devido à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e pela investigação a respeito do esquema de vendas de sentença no judiciário mato-grossense.
Porém, o desembargador disse que os casos são “pontuais” e as críticas são “localizadas”.
“Está aqui o ministro Rabaneda que disse que são 80 milhões de processos na justiça brasileira. É um trabalho heroico que a justiça brasileira realiza”, disse.
“E a gente tem a possibilidade de verificar a virtude ou o defeito, eu prefiro ficar com a virtude. E a virtude é que o nosso judiciário brasileiro, mato-grossense, desempenha um trabalho heroico”, afirmou.
Parte da sociedade e de setores políticos acusam o Supremo de praticar ativismo judicial, interferindo em decisões que deveriam caber ao Legislativo ou ao Executivo.
Também há questionamentos sobre a politização dos ministros e o uso de decisões monocráticas em temas de grande relevância nacional, principalmente no que se refere à atuação do ministro Alexandre de Moraes.
Já o caso de venda de sentenças está sendo apurado pela Operação Sisamnes, deflagrada pela Polícia Federal do Estado, que envolveria desembargadores, juízes, advogados e lobistas. A ação apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência dentro do Judiciário estadual.
Apesar da polêmica envolvendo a Justiça de Mato Grosso, Almeida reiterou sua posição de defesa ao Judiciário e disse não acreditar que a imagem do Poder no Estado precisa ser fortalecida.
“Vejo que o Judiciário estar prestes a receber um selo diamante do CNJ [Conselho Nacional de Justiça]. Como falei, a gente pode ficar olhando o copo meio vazio ou o copo meio cheio. Eu prefiro ver o copo cheio”.
Veja vídeo:
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