Judiciario

CNJ suspende reclamação contra juiz de Mato Grosso por 30 dias

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O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) suspendeu por 30 dias uma das reclamações disciplinares contra o juiz Wladymir Perri, titular da 12ª Vara Criminal de Cuiabá. 

 

O magistrado é alvo de três reclamações no CNJ. A suspensa diz respeito a suposta “conduta temerária” e recorrente na condução de processos sob sua responsabilidade na 12ª Vara.

 

A determinação é assinada pelo corregedor-geral, ministro Luís Felipe Salomão.

 

A reclamação disciplinar foi instaurada em abril deste ano após serem constatadas irregularidades na Vara, durante uma inspeção ordinária realizada pelo CNJ no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, de 18 a 20 de março.

 

Conforme o CNJ, foram identificadas inúmeras remarcações injustificadas de audiências, o que ocasionou a paralisação de diversos processos.

 

Intimado a se manifestar, o magistrado negou morosidade injustificada na condução dos processos, ressaltando sua complexidade e natureza. Após os fatos, ele foi removido para a 3ª Vara Criminal de Várzea Grande. 

 

Ao analisar o caso, o ministro ressaltou que a Corregedoria do TJMT ainda não deu início ao cumprimento do pedido de providências determinada pelo CNJ em virtude da inspeção e, por isso, suspendeu a reclamação. 

 

“Desta feita, para se ter mais dados para subsidiar o presente feito, entendo que há necessidade de se aguardar ao menos o prazo de 30 (trinta) dias para que o órgão local dê cumprimento às determinações proferidas no acórdão da inspeção e compartilhar com esta Corregedoria Nacional de Justiça informações sobre o andamento do feito”, decidiu o ministro.

 

Outras reclamações

 

Perri também responde uma segunda reclamação disciplinar no CNJ por, em audiência, ter dado voz de prisão à mãe de uma vítima que se manifestou contra o acusado de assassinar seu filho.

 

Ele ainda é alvo de uma terceira reclamação por supostas irregularidades na condução do inquérito policial que investiga o assassinato do advogado Roberto Zampieri, em dezembro do ano passado, em Cuiabá. 

 





Fonte: Mídianews

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