Judiciario
De grupo “independente”, promotor se candidata a chefiar o MPE
O promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva vai entrar na disputa pelo cargo de procurador-geral de Justiça de Mato Grosso para o biênio 2025/2026.
A eleição interna no Ministério Público Estadual está prevista para ocorrer em dezembro deste ano e a posse, em fevereiro de 2025.

Conversando internamente com alguns colegas, achei oportuno para a gente também lançar uma candidatura, partir para o debate
O nome de Carlos Eduardo surge como oposição ao candidato que será lançado pelo atual procurador-geral, Deosdete Cruz Júnior, que não irá à reeleição. Ele deve apoiar o promotor de Justiça Rodrigo Fonseca Costa, ex-presidente da Associação Mato-grossense do Ministério Público (AMM).
Ao MidiaNews, Carlos Eduardo afirmou que faz parte de um grupo “independente” dentro da instituição e que tomou a decisão de tentar a chefia do órgão justamente após Deosdete anunciar sua desistência.
“Aparentemente ele [Deosdete] teria uma reeleição garantida. E quando anunciou que não seria candidato à reeleição, de certa forma pegou muita gente de surpresa. E aí conversando internamente com alguns colegas, achei oportuno para a gente também lançar uma candidatura, partir para o debate, para a discussão, para poder, quem sabe, chegar à Procuradoria Geral”, disse.
O promotor tem 28 anos de Ministério Público Estadual e atualmente coordena o Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Histórico e Cultural, do Meio Ambiente Urbano e de Assuntos Fundiários (CAO Urbe), prestando apoio técnico-jurídico às Promotorias de Justiça de todo o Estado.
Carlos Eduardo diz que defende um MPE com um olhar voltado aos promotores, aos servidores e, principalmente, aos anseios da população.
“Talvez hoje a nossa atuação esteja muito palaciana e pouco orgânica. É importante que a gente tenha essa articulação com o Governo, com os outros Poderes, e o Deosdete faz bem isso, mas também é importante que a gente tenha um olhar mais para dentro também. Olhar as nossas necessidades, as necessidades do nosso trabalho, e as pessoas que são os destinatários do nosso serviço”, disse.
A escolha do procurador-geral de Justiça é feita por meio de eleição interna para a formação de uma lista tríplice.
Essa lista então é encaminhada ao governador do Estado, que escolhe um dos três.
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