Judiciario
TJ terá eleição com chapa de consenso; mulher comanda TRE
Os desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Gilberto Giraldelli e José Zuquim Nogueira, iniciaram uma tratativa para buscar um consenso e a formação de uma única chapa para a disputa pelo comando da Corte Estadual para o biênio 2025/2026.
As articulações se iniciaram após o afastamento dos desembargadores João Ferreira Filho e Sebastião de Moraes, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por suspeita de venda de sentença.
Diante do desgaste de imagem da instituição, se iniciou a busca por uma unidade dos magistrados para evitar mais problemas interno.
A articulação também passa pela chamada ‘bancada feminina’ do Tribunal, que é composta por 11 desembargadoras atualmente e chegará a 12 com a escolha de uma juíza para a vaga deixada pelo desembargador Luiz Carlos da Costa, que morreu em maio.
As articulações visam construir um consenso, passando pelos dois candidatos à presidência – Giraldelli e Zuquim – com a participação de uma diretoria mista com as mulheres, já que as desembargadoras Nilza Maria Pôssas de Carvalho e Serly Marcondes Alves se manifestaram com a intenção de disputar a vice-presidência.
O acordo também inclui a escolha da próxima administração do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), que é comandada pelas desembargadoras Maria Aparecida Ribeiro e Serly Marcondes Alves.
A Gazeta conversou com alguns magistrados da Corte estadual que acreditam que o consenso será o melhor caminho no momento, já que o Judiciário mato- grossense passa por uma suspeita de dois dos seus pares.
Giraldelli e Zuquim já tiveram uma primeira reunião para tratar do assunto, e uma segunda ficou marcada para a próxima semana.
O objetivo é ver quem recuará para o outro e assim encaminhar a construção da chapa única. Confirmando a aliança,será a primeira vez das últimas eleições que haverá chapa única.
A última vez que isso ocorreu foi em2020 com a eleição de Carlos Alberto da Rocha como presidente.Depois, em 2021, MariaHelena Póvoas foi eleita após derrotar Luiz Ferreira por 15 votos a 11.
O próximo presidente do Tribunal de Justiça administrará um orçamento de quase R$ 3 bilhões para 2025. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou os desembargadores João Ferreira e Sebastião Moraes, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), após suspeita de venda de sentença.
A decisão é referente a conteúdo do celular do advogado Roberto Zampieri, executado em dezembro passado por conta de ações envolvendo disputa de terra.
A decisão pelo afastamento é proferida pelo corregedor nacional Luis Felipe Salomão foi confirmada no último dia 2 de agosto em votação virtual do Pleno do CNJ.
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